Guerrinha: Argel precisa dar um tempo com Anderson - Esporte - Diário Gaúcho

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Coluna do Guerra29/09/2015 | 07h05

Guerrinha: Argel precisa dar um tempo com Anderson

Guerrinha: Argel precisa dar um tempo com Anderson RicardoDuarte/Internacioal/Divulgação/Internacional/Divulgação
Foto: RicardoDuarte/Internacioal/Divulgação / Internacional/Divulgação

Só vai piorar.
Mais uma vez, o meia Anderson, a contratação mais badalada do ano nas bandas do Beira-Rio, deixou desejar. Escalado onde pediu para ser aproveitado, com a função de criar e de se juntar aos atacantes Vitinho e Valdívia, o camisa 8 fez exatamente o que vinha fazendo em outros jogos: participou pouco, não deu um chute ao gol do Santos e foi convocado para tomar o banho antes dos companheiros de equipe.

Mesmo com muita gente fora de combate, a melhor coisa que o técnico Argel Fucks tem a fazer é dar um tempo com o ex-gremista, principalmente nos jogos no Beira-Rio. Assim, talvez recupere um futebol que ninguém sabe por onde anda.

Engenheiro
Fizeram muita falta.
Quem viu a vitória contra o Avaí, que deixou o Grêmio bem mais perto de carimbar a vaga na Libertadores de 2016, certamente vai concordar que o time jogou menos do que pode. E a atuação com altos e baixos tem muito a ver com a ausência de Maicon, que afina a saída de bola e, acima de tudo, de Douglas, o responsável pela engenharia do time na hora de atacar.

Amanhã, contra o Fluminense, quando decide a vida na Copa do Brasil, o técnico Roger Machado vai ter a volta do camisa 10, que, apesar de sempre criticado nos empates e nas derrotas, é peça importante na equipe, com gols, passes açucarados e muita preocupação dos marcadores adversários.

Demissão
Mais um que dançou.
Apontado como um dos principais responsáveis pelos bons resultados obtidos pelo Atlético-PR neste Brasileirão, o técnico Milton Mendes, adorado pelos jogadores, caiu em desgraça com boa parte da torcida do Furacão e, um dia após perder para a Ponte Preta, recebeu cartão vermelho da direção.

Dono de 38 pontos, sem chances de brigar por prêmio na competição e cada vez mais próximo da zona da desgraça, o clube paranaense corre atrás de um substituto para estancar as derrotas e somar os pontos necessários para acabar o campeonato no meio da tabela.

Gasolina
Piorou a situação.
Depois de alguns bons jogos e de sonhar com a fuga do Z4, o Joinville parece que ficou definitivamente sem gasolina. Nas últimas atuações, o time catarinense jogou mal, dentro e fora de casa, e voltou à lanterna na competição. O JEC fechou a rodada com míseros 24 pontos e muito perto de fazer a matrícula na Série B do próximo ano.
Chance de se salvar existe, mas pelo que tem jogado, pelo moral em queda, parece que o time catarinense já assinou a sentença.

Teimosia
Foi de arrepiar os cabelos.
Contra o Flamengo, seu maior rival, o Vasco largou atrás, deu a impressão de que estava no caminho a derrota e que voltaria a ficar mais distante da porta de saída do Z4.
Mas o Vascão foi teimoso, persistente, virou o marcador em questão de minutos, derrotou o Mengão mais uma vez e saiu de campo com a esperança renovada de fugir da encrenca.

Perguntinha
Teremos mais técnicos demitidos neste Brasileirão?

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