José Augusto Barros: "Sem nomes de qualidade, perspectivas tenebrosas em 2017" - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão Tricolor07/10/2016 | 07h02Atualizada em 07/10/2016 | 08h17

José Augusto Barros: "Sem nomes de qualidade, perspectivas tenebrosas em 2017"

José Augusto Barros: "Sem nomes de qualidade, perspectivas tenebrosas em 2017" Tiago Caldas/Lancepress
Foto: Tiago Caldas / Lancepress

A possibilidade de uma classificação para a Libertadores, via Brasileirão, traz um alento para o torcedor gremista, cansado dos constantes fracassos dos últimos anos. Acredito que este espaço seja fundamental para que um representante da torcida, como o titular desta coluna, nosso mestre Cacalo, tenha voz em um grande jornal, para comemorar vitórias, mas, também, para cobrar a direção e jogadores em insucessos.

Faço essa introdução para manifestar minha preocupação pela falta de qualidade de alguns jogadores que integram nosso elenco, limitação que ficou exposta, mais uma vez, no jogo contra o Vitória. A exemplo de outras partidas, como contra o Atlético-MG e Cruzeiro, desperdiçamos chances claras de gol. Por mérito do goleiro, falta de treinamento ou coisa parecida? Não acredito nisso.

A razão é uma: falta de qualidade de nomes como Pedro Rocha e Henrique Almeida, que cansam de perder gols. Já escrevi neste espaço, ainda quando Roger era nosso comandante, que era público e notório que nosso ex-técnico treinava finalizações. Renato faz o mesmo, com certeza.

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Hora de trazer reforços de qualidade

Como bom boleiro, que conhece vestiário, Renato perdoou os erros, dizendo que são fruto da pouca idade e da vontade de querer fazer gol. Nosso comandante age certo, é o papel dele.Quem deve trabalhar, e urgentemente, para trazer reforços para a próxima temporada é a direção. Sei que temos uma eleição próxima e não sabemos quem será o presidente nos próximos três anos.

Mas espero, sinceramente, que os dois candidatos pensem seriamente em reforços de qualidade. A torcida não aguenta mais ver jogadores ruins perdendo gol atrás de gol. Ou "goleadores" de Gauchão, como Bobô, que nem disse a que veio, fez alguns gols e já foi embora.

Não é à toa que, desde 2001, o Tricolor tenha ganho somente quatro campeonatos regionais e nenhum nacional - me recuso a colocar a Série B de 2005 nesta lista. Não é à toa que times como Corinthians, Atlético-MG, Cruzeiro vêm empilhando títulos nos últimos anos. Investimento alto, reforços de qualidade e jogadores peneirados em categoria de base. Essa receita sempre deu certo, e vem sendo aplicada por estas equipes.  

 
 
 
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