Guerrinha: "Faltou muito pouco para o Grêmio assumir a liderança" - Esporte - Diário Gaúcho

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Guerra Total20/06/2017 | 07h00Atualizada em 20/06/2017 | 07h00

Guerrinha: "Faltou muito pouco para o Grêmio assumir a liderança"

Tricolor esteve à frente no placar por três vezes diante do Cruzeiro

Guerrinha: "Faltou muito pouco para o Grêmio assumir a liderança" Washington Alves/Cruzeiro
Foto: Washington Alves / Cruzeiro

Grêmio e Cruzeiro empataram em 3 a 3 no melhor jogo deste Brasileirão. Quem mais pode lamentar a igualdade é o time gaúcho, que esteve três vezes na frente, perdeu duas chances muito claras com Ramiro e deixou escapar a liderança da tabela.

Agora, o Tricolor, sem alguns dos seus titulares, volta a atuar na Arena, quinta-feira, contra o Coritiba, quando tem a obrigação de vencer e confirmar que está no caminho do título.

Bom problema

Em poucos dias, quando Marcelo Oliveira, um dos seus homens de confiança, estiver liberado para treinos e jogos, o técnico Renato Portaluppi terá que decidir quem vai ocupar a lateral esquerda do Grêmio.

Pelo que tem apresentado, com boa marcação e apoio qualificado, perfeitamente sincronizado com os demais companheiros, Bruno Cortez, no momento, não merece ser mandado para a casamata.

LIMITE — É vitória ou bronca.

Atrasado na tabela, com uma bola que não assusta ninguém, o Inter encara o Paraná, logo mais, no Beira-Rio, com duas inadiáveis obrigações: vencer e apresentar um desempenho muito melhor do que tem mostrado nestas primeiras rodadas da Segundona.

Se atingir os objetivos, o time do técnico Guto Ferreira fecha a rodada na turma do G4 e ganha uma trégua das arquibancadas. Mas caso isso não aconteça, teremos outro fim de noite tumultuado na Padre Cacique.

FAÍSCA — Merece casa cheia.

Dono de uma invejável campanha, o líder Juventude enfrenta, hoje à noite, no Alfredo Jaconi, um velho e complicado adversário: o Brasil-Pel.

Apesar do frio previsto para a Serra, este confronto dos gaúchos é daqueles imperdíveis, acima de tudo para a Papada, que certamente deve estar eufórica com o time do técnico Gilmar Dal Pozzo.

GASOLINA — Está faltando gasolina.

Metida em várias competições, a Chapecoense começa a dar claros sinais de queda de produção e de que vai sofrer no Brasileirão.

As duas últimas derrotas dentro de casa, quando tentou jogar como grande, deixaram a certeza de que até a sonhada vaga na Libertadores de 2018 será complicada.

PERGUNTINHA

Não é hora de testar Charles como zagueiro?

 
 
 
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