Pedro Ernesto: "Inter chegou a um recorde mundial negativo" - Esporte - Diário Gaúcho

Versão mobile

Coluna do Pedro21/06/2017 | 07h00Atualizada em 21/06/2017 | 07h00

Pedro Ernesto: "Inter chegou a um recorde mundial negativo"

Time de Guto Ferreira completou 180 minutos sem chutar a gol

Pedro Ernesto: "Inter chegou a um recorde mundial negativo" Lauro Alves/Agencia RBS
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Pedro Ernesto Denardin
Pedro Ernesto Denardin

pedro.ernesto@diariogaucho.com.br

O Inter completou ontem 180 minutos sem um único chute contra o gol do adversário. Recorde mundial negativo. Ontem tinha gramado de qualidade, tinha D'Alessandro, tinha torcida. Só não tinha futebol.

Com Zago era ruim. Com Guto é muito pior. A única melhora é que faz dois jogos que não toma gol. Mas é só isso. O Inter não está jogando nada. A torcida esbraveja na arquibancada e solta a vaia.

Sexto colocado e andando de voo fretado. O Inter vive o milagre da involução. Vaias foram ouvidas no Beira-Rio e ecoam em todos os lares onde existe um coração colorado. São três jogos com empate

TRÊS COMPETIÇÕES

Só a exaustão pode retirar o Grêmio do fantástico caminho de vitórias. Tem time, tem grupo, tem treinador. Neste momento, Renato não conta com Leonardo Moura, Maicon, Bolaños e Lucas Barrios. Todos eles são muito importantes. Só que os substitutos utilizados estão dando prosseguimento ao futebol de qualidade que encanta o Brasil.

A dificuldade está no fato de que estão chegando os jogos da Copa do Brasil e da Libertadores. Serão partidas de três em três dias, em que deverá ser utilizado cauteloso esquema de rodízio. A exaustão física entra como grande adversária do Grêmio.

CRAQUE DO BRASIL

Luan está esmerilhando. O Brasil inteiro já se deu conta de que ele é o melhor jogador em atividade neste momento no país. Faz tudo com referência de craque. Será que a direção do Grêmio não poderia aproveitar a grana que vai receber da venda de Douglas Costa e dar para Luan, evitando sua venda? Seria uma perda importante, que só encontra justificativa na necessidade muito expressiva de fazer caixa para enfrentar as contas. Parece que este é o caso. Nossos clubes não conseguem sobrevivência sem a venda de seus principais jogadores.

SETE A SETE

Foi o melhor jogo do Brasil este ano. Grêmio e Cruzeiro ingressaram no gramado do Mineirão, na quarta-feira, inebriados pela vontade de atacar, de marcar gols, de ganhar aquela partida. Foram seis gols, mas poderia ter chegado a 14 (7 a 7). Só Ramiro perdeu dois. O Cruzeiro botou três bolas na trave de Marcelo Grohe. Não faltou emoção. 

Leia outras colunas do Pedro Ernesto


 

Vídeos recomendados para você

 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros