Luciano Périco: "Verbos para o tri" - Esporte - Diário Gaúcho

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Gigante da Galera23/09/2017 | 07h00Atualizada em 23/09/2017 | 07h00

Luciano Périco: "Verbos para o tri"

Grêmio precisa pesar o momento e o seu rendimento antes dos jogos pela Libertadores

Luciano Périco: "Verbos para o tri" Ronaldo Bernardi/Agencia RBS
Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

A classificação para a semifinal da Libertadores reacende uma questão que tem povoado a mente dos gremistas. O Tricolor deve ou não deixar de lado a briga pelo título do Brasileirão? Até o duelo com o Barcelona-EQU serão seis partidas pela competição nacional. Além do líder Corinthians, uma semana antes do duelo no Equador, o Tricolor pega Bahia, Fluminense, Cruzeiro, Coritiba e Palmeiras. Considero correto Renato analisar jogo a jogo. Na caminhada, terá que conjugar vários verbos.

Vejamos! Pesar viagens e monitorar o desempenho do Timão, para ver se vale arriscar colocar titulares em campo. Recuperar e deixar Luan na ponta dos cascos. Descansar os jogadores com mais rodagem como Ramiro, Everton, Fernandinho e Kannemann. Definir um substituto para a função de Pedro Rocha. Recuperar o padrão de jogo, que já encantou a todos. Fretar um voo para Guayaquil para reduzir o desgaste. Inscrever novas opções para Renato: Cristian, Patrick e Jael. E, por fim, passar para a decisão da taça!

OS FRACOS NÃO TÊM VEZ

O River Plate mostrou que não está para brincadeira! Depois de levar 3 a 0 na Bolívia, os argentinos massacraram num inacreditável 8 a 0 o Jorge Wilstermann. Scocco, que alegou não ter "adrenalina" para jogar no Inter em 2014, saiu do sério e marcou cinco vezes. Ninguém tinha feito tantos gols num jogo de mata-mata na Libertadores. O Lanús, depois de devolver o 2 a 0, bateu o San Lorenzo nos pênaltis. O técnico Diego Aguirre perdeu o emprego e verá tudo pela tevê!

ELITIZAÇÃO, NÃO!

Vários departamentos do Inter tratam da possibilidade de retirar as cadeiras do Beira-Rio no setor inferior sul, com 2,5 mil lugares. Todos torcerão de pé, com preços menos salgados. Sempre defendi o acesso irrestrito da galera aos estádios pagando menos. Reduzindo o valor do ingresso, coloca-se mais público e, mesmo assim, atingimos uma renda polpuda. Estádios na Alemanha e Inglaterra já adotaram a medida. E o cenário fica muito melhor de casa cheia.

 

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