Zé Victor Castiel: "Herança maldita de 2015 e 2016" - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão colorada28/12/2017 | 07h00Atualizada em 28/12/2017 | 07h00

Zé Victor Castiel: "Herança maldita de 2015 e 2016"

Daqui por diante, espera-se que todas as contratações sejam feitas de maneira criteriosa 

Zé Victor Castiel: "Herança maldita de 2015 e 2016" André Ávila/Agencia RBS
Foto: André Ávila / Agencia RBS
Zé Victor Castiel
Zé Victor Castiel

contato@zevictorcastiel.com

Quanto mais penso nos últimos anos do Internacional, mais fico convencido de que perdeu-se o controle das coisas do futebol. Não foram raras as vezes em que vimos a diretoria, nos anos de 2015 e 2016, parecendo completamente perdidas com relação às coisas do vestiário colorado.

Se formos analisar friamente os jogadores que se apresentarão no início da temporada e cujo aproveitamento será dispensado, a grande maioria é formada por atletas que foram contratados naquele biênio. Algumas vezes, me pego olhando para valores e altos salários acertados com jogadores que não possuíam, à época de sua contratação, credenciais para isto.

Marcelo Medeiros, ao assumir, tratou de colocar os pés no chão, mas tornou-se herdeiro deste sem-número de problemas e, sem desculpas, terá de resolve-los. Daqui por diante, espera-se que todas as contratações sejam feitas de maneira criteriosa e que as finanças do clube sejam preservadas de negócios que não venham a trazer os benefícios necessários.

Desafio para a direção

Fica o desafio de, obedecendo à realidade financeira do clube, montar um time competitivo, capaz de começar a fazer a torcida esquecer dos dissabores vividos nos últimos três anos.

Isso, sem dúvida, deve começar por uma verdadeira faxina de vestiário, que leve em consideração o mérito e a vontade de jogar no Internacional, e não a fama ou o tamanho do salário.

 
 
 
 
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