Cacalo: "Não foi o gramado sintético" - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão Tricolor29/01/2018 | 07h00Atualizada em 29/01/2018 | 07h00

Cacalo: "Não foi o gramado sintético"

Mesmo se jogasse sempre com juvenis inexperientes, não poderia o Grêmio estar na colocação que ostenta no Gauchão.

Cacalo: "Não foi o gramado sintético" André Ávila/Agencia RBS
Foto: André Ávila / Agencia RBS
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Não quero que os amigos leitores pensem que o fato de o Grêmio ter jogado com seu time de transição no Estádio Passo D’Areia tenha sido a causa de mais uma derrota da equipe. Poderia até usar como argumento o tal gramado sintético. Mas a campanha apresentada neste Campeonato Gaúcho, não justifica qualquer eventual dificuldade em uma partida.

Não sei se é só uma fase, mas a série de derrotas nos leva a desconfiar de que algo está errado. Tenho dito reiteradas vezes que os atletas desse chamado time de transição são bons, tecnicamente. Cabe a quem os dirige, tanto em nível  funcional quanto diretivo, avaliar as razões de tanto insucesso. Mesmo se jogasse sempre com juvenis inexperientes, não poderia o Grêmio estar na colocação que ostenta no Gauchão.

Com isso, não defendo fazer terra arrasada ou alterar por inteiro o planejamento. Claro que não. A equipe principal deve voltar aos poucos. Quem estiver melhor preparado fisicamente pode se juntar aos que já estão jogando. Mantenho meu ponto de vista com relação às prioridades, mas isto não significa justificar o último lugar no Gauchão.

Clima de desconfiança

Na semana passada, externei minha preocupação, e a mantenho, pois a falta de pontos está criando um clima de total desconfiança entre atletas de boa qualidade. Parece que a equipe titular está voltando. Retorna com uma impensável obrigação em se tratando de Campeonato Gaúcho e em fase de pré-temporada. Ainda há tempo, mas urge que os fatos se modifiquem.

 

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