Cacalo: "Um pouco mais sobre a estreia no Gauchão" - Esporte - Diário Gaúcho

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"Paixão tricolor19/01/2018 | 07h00Atualizada em 19/01/2018 | 07h00

Cacalo: "Um pouco mais sobre a estreia no Gauchão"

Nossos jovens jogadores são promessas que precisam ser muito bem trabalhadas

Cacalo: "Um pouco mais sobre a estreia no Gauchão" André ¿?vila / Agência RBS/Agência RBS
Grupo de transição empatou em Ijuí Foto: André ¿?vila / Agência RBS / Agência RBS
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

O time de transição do Grêmio, formado por jovens emergentes e alguns mais rodados, manteve uma disputa em igualdade de condições com a experiente equipe do São Luiz de Ijuí. Como adiantei na coluna de ontem, o Tricolor poderia ter saído vencedor, pois, quando vencia por 1 a 0, mandou uma bola na trave do adversário. 

O São Luiz somente reagiu com vigor quando o Grêmio teve o zagueiro Paulo Miranda expulso, empatou e também poderia ter vencido. No frigir dos ovos, foi uma atuação razoável da meninada tricolor. Da mesma forma que afirmei, repito, o time é insuficiente para ser campeão. E estou dizendo o óbvio, inclusive pela inexperiência da grande maioria dos meninos. 

Apesar da dificuldade de avaliar jogadores individualmente, observou-se que as características pessoais foram expressas em cada um dos atletas. E quero me referir especificamente aos jovens. O quarto zagueiro Mendonça é vigoroso e despacha a bola quando apertado. O lateral-esquerdo Guilherme Guedes mostrou qualidades técnicas razoáveis, coragem e personalidade para o apoio. O meio de campo esteve superior no trabalho coletivo, cada um deles com características pessoais distintas, mas que se completaram. Um volante Balbino de grande estatura, um segundo volante Rodrigo Ancheta com muita sobriedade e passes certos, aparecendo sempre no lugar correto. Mateus Henrique de muita movimentação e capricho nos passes, Pepê mostrando velocidade e desinibição para atacar; Isaque, o centroavante tímido e pouco acionado, e Lima, embora jovem, mais rodado e de boa atuação, fazendo muito bem a ligação entre os setores. 

Bom teste

Enfim, são promessas que precisam ser muito bem trabalhadas, pois me pareceram ainda um pouco atrasados em relação a Jean Pyerre e Patrick, só para citar dois exemplos. Mas, para os  meninos, o Gauchão é um bom teste, pelas características da competição de pegada, garra, campo às vezes ruins e tempo instável.

 

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