Marcelo Carôllo: "Que homem perfeito, o D¿Alessandro" - Esporte - Diário Gaúcho

Versão mobile

 

Paixão colorada09/02/2018 | 07h00Atualizada em 09/02/2018 | 07h00

Marcelo Carôllo: "Que homem perfeito, o D¿Alessandro"

Nosso capitão é peleador, digno de assinar carrinhos no campo de defesa, e maestro 

Marcelo Carôllo: "Que homem perfeito, o D¿Alessandro" Carlos Macedo/Agencia RBS
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Andrés Nicolás D’Alessandro é um homem perfeito. Não há críticas que possam ser feitas a esse ser humano. Não sem que se cometa uma grande injustiça, pelo menos.

D’Alessandro representa o Inter na sua essência. É brigador, habilidoso e vermelho até a alma. Dizem que está velho, o D’Ale. Que está cansado. Dizem que ele não tem mais fôlego, não tem mais pique, não tem mais condições de ser titular do Inter.

Aos 30 minutos do primeiro tempo, Andrés Nicolás D’Alessandro correu até sua área de defesa, passou da linha da bola, superou a velocidade do ataque do São José e, a menos de 20 metros do seu gol de defesa, se lançou ao solo.

Não foi um simples carrinho, desleixado, ao léu. Foi um desarme preciso. Um bote que deixaria Maldini com inveja. D’Alessandro, velhinho, acabou com o ataque dos caras. Poderia ter sido pênalti, foi uma maravilha futebolística.

O gol maravilhoso que anotou depois é só detalhe. Serve apenas para completar a personalidade do argentino. Peleador, digno de assinar carrinhos no campo de defesa, e maestro, daqueles que conseguem chutar a pelota exatamente aonde querem. Que homem perfeito, o D’Alessandro.

Remaremos

Será a 4 mil quilômetros de distância que definiremos a nossa vaga à próxima fase da Copa do Brasil.

O Remo bateu o “CAI” (Clube Atlético Itapemirim, do Espírito Santo) por 2 a 0 e será o nosso próximo adversário.

No Mangueirão, que as coisas saiam como aquele 6 a 1 que metemos neles com Abel Braga no comando, e não daquele jeito patético como em 2003, quando o time de Muricy foi eliminado.

 
 
 
 
 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros