Neto Fagundes: "Chegou a hora de voltarmos a usar o nosso estádio e a nossa torcida" - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão colorada21/05/2018 | 07h00Atualizada em 21/05/2018 | 07h00

Neto Fagundes: "Chegou a hora de voltarmos a usar o nosso estádio e a nossa torcida"

Será um jogo em que teremos de ter a iniciativa, a torcida tem de berrar o tempo todo

Neto Fagundes: "Chegou a hora de voltarmos a usar o nosso estádio e a nossa torcida" Félix Zucco/Agencia RBS
Sábado (19) foi dia de treino para o Inter no CT Parque Gigante, antes de enfrentar a Chapecoense pelo Brasileirão Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Nesta segunda-feira (21), tem jogo do Colorado, e o lugar do torcedor é no Beira-Rio. Mesmo que o Cléo Kuhn diga que vai estar frio de renguear cusco, temos de pensar no nosso futuro nesta competição e nos afastarmos o mais rapidamente desse lugar que estamos no momento. Será um jogo em que teremos de ter a iniciativa, a torcida tem de berrar o tempo todo e, o mais importante, de alguma forma temos de colocar a bola na rede da Chapecoense. 

Sem nenhum menosprezo ao adversário, mas chegou a hora de voltarmos a usar o nosso estádio e a nossa torcida para sairmos da partida com os três pontos. E, a partir daí, embalarmos no campeonato e buscarmos também contra o Corinthians outro bom resultado. Mas tudo passa pelo jogo desta segunda-feira. 

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Que essa noite fria de outono possa nos aquecer com uma bela vitória do Inter. Vou confessar que sou meio parecido com aquele gato preguiçoso e famoso do cinema, que dizia no seu bordão: “Eu detesto segunda”.

Água no peito

Lá no Alegrete, quando chegava essa época de frio, nos torneios intermunicipais, os caras cortavam até a água quente do banheiro do adversário, sem falar nas janelas onde os vidros sumiam uns dois dias antes do jogo. Diziam os caras que era só para tirar o cheiro do mofo. Será? 

Nunca precisamos tanto de vitória como agora, a água chegou no peito e temos de ganhar. Como diria aquele sábio torcedor colorado do alto dos seus 70 e picos de idade: “Temos que ganhar deles. Se possível, honestamente”.

 
 
 
 
 
 
 
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