Cacalo: "Por que não ter um centroavante para as horas de emergência?" - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão tricolor15/06/2018 | 07h00Atualizada em 15/06/2018 | 07h00

Cacalo: "Por que não ter um centroavante para as horas de emergência?"

Um atacante pouco técnico mas de porte físico apropriado pode furar retrancas em momentos enrascados de uma partida

Cacalo: "Por que não ter um centroavante para as horas de emergência?" Kirill KUDRYAVTSEV/AFP
O centroavante russo Artem Dzyuba comemora o terceiro gol de sua seleção, marcado poucos minutos depois de sua entrada Foto: Kirill KUDRYAVTSEV / AFP
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Tenho externado minha opinião muitas vezes acerca de centroavantes. Em várias dessas oportunidades, recebi críticas, e as respeito, na medida em que opiniões divergentes fazem parte do debate e do futebol. Sou favorável a que meu time tenha um centroavante, mesmo que desprovido de qualidade técnica, daqueles chamados  grandões – 1,95m para cima – a serem utilizados para furar retrancas nos dez minutos finais de uma partida enroscada.

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A Rússia tinha um destes. E, ao entrar no jogo, faltando menos de 15 minutos, no primeiro toque na bola, marcou um gol. Penso que é um preciosismo exagerado não ter no elenco um jogador deste porte.

Mário Fernandes

A seleção russa jogou boa partida.

Também chamou atenção o gremista e brasileiro Mário Fernandes. Na função de lateral direito, na qual também jogou por aqui, teve uma excelente atuação, jogando solto e deixando a marcação para os dois volantes do time.  Nesta sexta-feira,  teremos o que, espero, será um grande jogo, com Cristiano Ronaldo em campo contra a seleção do país de seu time.

 
 
 
 
 
 
 
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