Cacalo: "Grêmio e Flamengo na Copa do Brasil traz boas lembranças aos gremistas" - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão tricolor31/07/2018 | 07h00Atualizada em 31/07/2018 | 07h00

Cacalo: "Grêmio e Flamengo na Copa do Brasil traz boas lembranças aos gremistas"

Em 1997, o Tricolor venceu a competição justamente contra o rubro-negro carioca de Romário, Sávio e companhia

Cacalo: "Grêmio e Flamengo na Copa do Brasil traz boas lembranças aos gremistas" Valdir Friolin/Agencia RBS
No Estádio Olímpico, em Porto Alegre, Grêmio e Flamengo ficaram no 0 a 0 naquele ano Foto: Valdir Friolin / Agencia RBS
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Cada vez que o Grêmio joga um mata-mata de Copa do Brasil contra o Flamengo, com certeza ótimas lembranças vêm à mente do torcedor gremista. Em 1997, o Tricolor decidiu essa competição contra o rubro-negro carioca de Romário, Sávio e companhia. A partida final foi realizada no Rio de Janeiro, em um Maracanã lotado, com 100 mil flamenguistas e 5 mil gremistas nas arquibancadas.

Foi uma jornada épica e única do Tricolor. Até porque o Flamengo havia empatado em Porto Alegre, no primeiro jogo, e levava uma certa vantagem.

Muito mais do que a qualidade de seus jogadores, a equipe gremista foi valente como sempre e arrancou um empate com gols no Maracanã, em 2 a 2, sagrando-se, à época, tricampeã invicta da Copa do Brasil.

Além de contar com jogadores importantes que foram decisivos, como João Antônio e o craque Carlos Miguel — autores dos dois gols no Maracanã —, tivemos um belíssimo trabalho do professor Evaristo de Macedo, nosso técnico multicampeão. Foi uma festa indescritível a chegada dos campeões vindos do Rio de Janeiro, e Porto Alegre parou por inteiro para recepcionar os nossos jogadores.

Experiência positiva

Chegando novamente a vez de enfrentarmos o Flamengo, atual líder do Brasileirão, espero que todos aqueles fluidos positivos e vitoriosos recaiam sobre nossos atletas e que possam, mais uma vez, mostrar a força da camisa tricolor. A história é testemunha de que o Grêmio, de Carlos Miguel e João Antônio, calou o Maracanã.

 
 
 
 
 
 
 
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