Zé Alberto Andrade: "Queda de braço para Tite seguir no comando" - Esporte - Diário Gaúcho

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Zéleção Canarinho09/07/2018 | 07h00Atualizada em 09/07/2018 | 07h00

Zé Alberto Andrade: "Queda de braço para Tite seguir no comando"

Técnico quer ter autonomia para marcar amistosos da Seleção Brasileira

Zé Alberto Andrade: "Queda de braço para Tite seguir no comando" Luis Acosta/AFP
Treinador segue valorizado, mesmo após eliminação na Copa Foto: Luis Acosta / AFP
José Alberto Andrade
José Alberto Andrade

ze.alberto@rdgaucha.com.br

A Seleção Brasileira caiu fora da Copa, mas sua engrenagem funcionou muito bem desde que Edu Gaspar e Tite assumiram o comando. No momento de aperto, a CBF deu a eles uma autonomia inédita até para vetar amistosos caça-níqueis em lugares remotos e contra adversários insignificantes, ou minimizar a influência de empresários ou patrocinadores no dia a dia do selecionado.

Aí está um ponto de discussão para a renovação de contrato. Os cartolas vão querer retomar espaço nas decisões. Será que Tite concordará? Esperemos que haja a continuidade, mas que não se volte ao antigo sistema.

Para um bom novo ciclo, o que deu certo tem de ser mantido, e a independência da comissão técnica em relação à cartolagem tem de prevalecer. Não te entrega, Tite.

OS PRÓXIMOS – Independentemente da permanência de Tite, a Seleção já deve apresentar mudanças na primeira convocação pós-Copa. Vem aí a “geração Arthur”, com o ex-volante gremista como símbolo de novos valores que certamente servirão de base para o ciclo do mundial do Catar. Vamos ver nomes como Lucas Paquetá, Vinícius Júnior, Rodrygo e Paulinho (ex-Vasco). Há outros mais experientes, mas ainda jovens, que também figurarão nas convocações, como o colorado Zeca e o gremista Luan. As maiores carências para o futuro estarão na zaga.

MÁRIO FERNANDES – O lateral brasileiro da seleção russa conheceu os extremos num jogo só. Esteve no topo ao empatar o jogo contra a Croácia no final da prorrogação. Depois despencou ao errar um dos pênaltis que desclassificou a Rússia da Copa.

FUI – Das últimas eliminações do Brasil em Copas, esta foi a mais lamentada, mas também aquela em que a gente saiu mais confiante no futuro. Temos boas razões para crer num bom período até 2022.

De minha parte, saio feliz pela nova convivência com os leitores do DG, igualmente com bom astral para estar de volta numa próxima ocasião. Obrigado a todos.

 
 
 
 
 
 
 
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