Lelê Bortholacci: "A palavra-chave para o Inter contra o Corinthians é superação" - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão colorada22/09/2018 | 07h00Atualizada em 22/09/2018 | 07h00

Lelê Bortholacci: "A palavra-chave para o Inter contra o Corinthians é superação"

Inter entrará em campo no domingo (23) sem sua dupla de zaga titular

Lelê Bortholacci: "A palavra-chave para o Inter contra o Corinthians é superação" Ricardo Duarte / Inter/Divulgação/Inter/Divulgação
Fabiano, lateral-direito do Inter, deve ser improvisado na zaga para o duelo contra o Corinthians Foto: Ricardo Duarte / Inter/Divulgação / Inter/Divulgação
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Num dos jogos mais importantes do Inter no ano, contra um dos nossos maiores rivais e com desfalques importantes, a palavra-chave para termos um bom resultado é superação. Como era de se esperar, em algum momento perderíamos jogadores por lesão ou suspensão. Mas ninguém esperava ficar sem os dois zagueiros titulares no mesmo jogo, fora de casa e contra o Corinthians.

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Isso fez com que Odair Hellmann treinasse mais de uma formação, pois nem o substituto imediato da dupla, Emerson Santos, tem escalação garantida devido a uma lesão. A improvisação de Fabiano, ao lado de Klaus, me parece uma boa alternativa. Ele, inclusive, era zagueiro quando começou sua carreira. 

Menos mal que o Corinthians jogará sem centroavante. Porém, Jadson e Romero, que estarão em campo, são responsáveis por 25 gols e por 18 assistências nesta temporada. Olho neles.

Também não podemos esquecer que na próxima quarta-feira o Corinthians recebe o Flamengo pelo jogo de volta das semifinais da Copa do Brasil. Impossível os jogadores tirarem isso da cabeça.

Nosso centroavante

Quem permanece no time é Jonatan Alvez, mesmo com Damião entrando e aumentando o poder ofensivo. Não sei se Damião ainda não tem a condição física ideal ou se o uruguaio é convicção de Odair. Nos primeiros jogos dele, gostei muito e achei justo ter virado titular. Mas suas últimas atuações deixaram a desejar.

Além disso, recordar é viver: foi no Itaquerão, em 2016, que Nico López chamou a atenção da América com uma atuação sensacional pela Libertadores, quando ainda jogava no Nacional-URU.

 
 
 
 
 
 
 
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