Cacalo: "Centroavante, uma necessidade básica" - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão tricolor17/10/2018 | 07h00Atualizada em 17/10/2018 | 07h00

Cacalo: "Centroavante, uma necessidade básica"

Considero o número 9 uma função decisiva e fundamental numa equipe de futebol

Cacalo: "Centroavante, uma necessidade básica" Agência RBS/Agencia RBS
Alcindo foi o melhor centroavante que vi jogar Foto: Agência RBS / Agencia RBS
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Respeito aqueles que não apreciam centroavante, mas discordo com veemência, inclusive de companheiros gremistas. 

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E falando exclusivamente de Grêmio, a história nos mostra que conquistamos grandes títulos e vitórias importantes em face do centroavante. Luiz Carvalho, famoso goleador tricolor em priscas eras, que cede seu nome ao centro de treinamento do clube, Alcindo Martha de Freitas, o melhor que vi jogar, Juarez Teixeira, o Leão do Olímpico, André Catimba, a inteligência jogando futebol, Baltazar, o goleador de Deus, o inesquecível Jardel, goleador da Europa por dois anos seguidos, Cesar, que marcou o gol decisivo da primeira Libertadores, além de outros menos votados, que também foram importantes. 

Todos decidiam jogos. Quando não há um centroavante deste quilate, cabe a um técnico inteligente vencer várias competições de alto nível, com dois atacantes exercendo a função de  centroavante, como Paulo Nunes e Zé Alcino no título brasileiro de 1996, quando um, ou os dois, sempre estavam na área adversária, além de Luan no atual momento. 

Luiz Felipe Scolari e Renato Portaluppi souberam resolver essa questão de forma competente e muito inteligente e obtiveram títulos sem o chamado centroavante específico, mas sempre tinham um ou dois jogadores na função. Além de não terem centroavantes com a qualidade desejada, tinham atacantes de altíssimo nível, que resolviam. Assim, me parece básico que uma grande equipe tenha um centroavante de qualidade, mesmo que haja alternativa para jogar sem esse jogador.

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