Luciano Périco: "É o momento da dupla Gre-Nal avaliar os grupos de jogadores" - Esporte - Diário Gaúcho

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Gigante da Galera23/11/2018 | 07h00Atualizada em 23/11/2018 | 07h00

Luciano Périco: "É o momento da dupla Gre-Nal avaliar os grupos de jogadores"

Ambas as equipes precisam se reforçar, mas há um bom legado para 2019

Luciano Périco: "É o momento da dupla Gre-Nal avaliar os grupos de jogadores" Montagem sobre fotos de Lucas Uebel, Grêmio, e Ricardo Duarte, Inter / Divulgação/Divulgação
Marcelo Oliveira, do Grêmio, e Patrick, do Inter, terminam o ano com desconfiança das torcidas Foto: Montagem sobre fotos de Lucas Uebel, Grêmio, e Ricardo Duarte, Inter / Divulgação / Divulgação

O futebol é pródigo em criar personagens. Quando chega a reta final da temporada, é o momento de avaliar os grupos de jogadores. Importante também projetar o que vem pela frente. 

Pelo lado do Grêmio, alguns atletas terminam o ano em baixa. Bressan está fora dos planos. A marca na paleta voltou após a eliminação da Libertadores. Marcelo Oliveira tem a desconfiança do torcedor. Jael não consegue ser unanimidade no ataque, e André não dá boa resposta.

O torcedor também tem o pé atrás com Cícero. Léo Moura e Douglas estão próximos da aposentadoria. Já atletas como Kannemann, Geromel, Grohe, Maicon, Luan e Everton são unanimidades junto à torcida e têm o salvo-conduto do erro. Terminam 2018 em alta conta.

HERÓIS E VILÕES

A dúvida foi a marca da campanha do Inter em 2018. Alternância de momentos de uma natural desconfiança, seguido de euforia e outros de decepção. Alguns atletas terminam o ano questionados. O lateral-direito Zeca está longe do futebol dos tempos de Santos, e Iago caiu de rendimento. 

Após a parada para a Copa do Mundo, Patrick perdeu gás. Passou de herói a vilão. Damião fez gols decisivos, mas jogou fora outros imperdíveis. A galera não perdoa. Pottker perdeu espaço no time. Camilo nunca engrenou. Mas o ano marcou a volta por cima de Dourado. Além disso, a importância de D'Alessandro foi reafirmada.

Insubstituível foi Edenilson. A zaga de Cuesta e Moledo foi avalista de vários bons momentos. Sem falar nos milagres de Lomba, que não deixou saudade de Danilo Fernandes. Há um bom legado para 2019.

 
 
 
 
 
 
 
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