Guerrinha: trocar o técnico não é o bastante para o Brasil-Pel reagir na Série B - Esporte - Diário Gaúcho

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Novo comandante11/07/2019 | 07h00Atualizada em 11/07/2019 | 07h00

Guerrinha: trocar o técnico não é o bastante para o Brasil-Pel reagir na Série B

Além de chegada de Bolívar, direção precisa pagar salários em dia e contratar com mais qualidade

Guerrinha: trocar o técnico não é o bastante para o Brasil-Pel reagir na Série B André Ávila/Agencia RBS
A chegada de Bolívar ao Bento Freitas não assegura boa campanha do Brasil-Pel Foto: André Ávila / Agencia RBS

Uma andorinha não faz verão. Esse velho e sábio ditado se encaixa perfeitamente na vida atual do Brasil-Pel, que aceitou a demissão de Rogério Zimmermann e, menos de 24 horas depois, anunciou o ex-zagueiro Bolívar como o novo chefe do vestiário no Bento Freitas.

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Mesmo que ninguém tenha confirmado oficialmente, a saída do ex-comandante, ídolo da torcida, tem tudo a ver com dois problemas que afetam a vida e a campanha de qualquer time de futebol: salários atrasados e saída de jogadores.

Metido numa bronca nada pequena, que é de fugir do pior na Segundona, o Xavante necessita achar solução para os dois delicados assuntos. Verdade que não está fácil arrumar dinheiro, também é verdade que aqueles jogadores que interessam, que chegam com pompa de titulares, já estão encaixados em outros clubes.

Mas a única coisa que não tem solução é a morte. A escolha de Bolívar, que quase colocou o Cianorte entre os melhores da Série D, foi acertada, mas isso não basta. Se não resolver as encrencas, a direção do clube pelotense vai sangrar até a última rodada, com todas as chances de baixar de divisão.

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