Luciano Périco: lamento que a trajetória fantástica de Ronaldinho dentro de campo fique arranhada por erros fora dele - Esporte - Diário Gaúcho

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Gigante da Galera30/03/2020 | 07h00Atualizada em 30/03/2020 | 07h00

Luciano Périco: lamento que a trajetória fantástica de Ronaldinho dentro de campo fique arranhada por erros fora dele

Não tenho a pretensão de julgar ninguém, mas as imagens vindas do Paraguai não condizem com a história de um atleta que foi duas vezes o melhor do mundo

Luciano Périco: lamento que a trajetória fantástica de Ronaldinho dentro de campo fique arranhada por erros fora dele JOHN MACDOUGALL/AFP
Filho caçula da dona Miguelina, nascido na Vila Nova, foi o maior jogador surgido no futebol gaúcho Foto: JOHN MACDOUGALL / AFP

Preso no Paraguai, a imagem de Ronaldinho jogando futevôlei na cadeia, que surgiu na internet no fim de semana, é mais uma que não condiz com a história de um atleta que foi duas vezes o melhor do mundo. O filho caçula da dona Miguelina, nascido na Vila Nova, foi o maior jogador surgido no futebol gaúcho, que já havia visto a técnica refinada de Falcão e a impetuosidade de Renato. 

Ronaldinho foi rei no Barcelona. Peça importante da conquista do penta pelo Brasil em 2002. Mágico com a bola nos pés. Só ele era capaz de criar lances incríveis, marcando gols antológicos, sempre com sorriso no rosto. Conduzida por Assis, a carreira de R10 também teve polêmicas. Não tenho a pretensão de julgar ninguém. Apenas posso lamentar que uma trajetória fantástica dentro de campo fique arranhada por erros fora dele. 

NÃO MUDA

Mesmo com um cenário de grande indefinição sobre o que vai acontecer com o futebol após a parada, é possível fazer uma aposta. Por tudo que se ouve dos dirigentes da dupla Gre-Nal, o Brasileiro não vai ter alteração da fórmula de pontos corridos, com as 38 rodadas até a definição do campeão. Mesmo que isso faça com que o término da competição seja apenas no começo de 2021. 

Para os grandes clubes, o campeonato é extremamente rentável. A grana que entra dos direitos de televisionamento e patrocinadores é alta. Além disso, há os recursos que chegam pelo pay-per-view. Uma redução no número de partidas do Brasileiro significa menos dinheiro entrando. Futebol é extremamente caro. Não há como abrir mão de receitas. Os clubes e atletas terão de fazer um sacrifício extra para cumprir os compromissos. 

 
 
 
 
 
 
 
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