Zé Alberto: a injustiça na divisão de cotas estabelecidas para o Gauchão 2021 - Esporte - Diário Gaúcho

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Gigante da Galera15/05/2020 | 07h00Atualizada em 15/05/2020 | 07h00

Zé Alberto: a injustiça na divisão de cotas estabelecidas para o Gauchão 2021

Dois últimos do Estadual deste ano e os dois promovidos da Divisão de Acesso terão ganhos reduzidos na próxima temporada

Zé Alberto: a injustiça na divisão de cotas estabelecidas para o Gauchão 2021 Carlos Insaurriaga / GE Brasil/Divulgação/GE Brasil/Divulgação
Clubes do Interior não podem conviver com receitas menores Foto: Carlos Insaurriaga / GE Brasil/Divulgação / GE Brasil/Divulgação
José Alberto Andrade
José Alberto Andrade

ze.alberto@rdgaucha.com.br

Zé Alberto ocupa o espaço Gigante da Galera durante as férias de Luciano Périco

Está perfeita a decisão de não rebaixar nenhum clube no Gauchão 2020, termine a competição quando terminar. Há, porém, um ponto que merece ajuste. Como o campeonato de 2021 terá 14 equipes, foi encaminhado que os dois últimos deste ano e quem subir da Divisão de Acesso terão cota de televisionamento dividida pela metade, não sendo alterados os valores das demais 10 equipes. Isto é injusto, especialmente para quem sobe, que nada tem a ver com o problema da atual Primeira Divisão e que depende, e muito, de um aporte de recursos para enfrentar uma mudança de patamar de competição. 

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Caso se confirme a redução de dinheiro para quatro clubes, estará praticamente se decretando quem serão os rebaixados para 2022. O ideal é uma redução proporcional nas cotas de 12 clubes para que outros dois recebam a quantia devida, ou que a federação busque uma maneira de arcar com esta equiparação.

Cartolagem

Num canetaço, o presidente do Santos, José Carlos Peres, cortou em 70% os salários dos jogadores do clube depois de não haver acordo numa redução menor. A alegação do cartola é a necessidade de manter o quadro funcional do clube. A garantia é de que 80% dos funcionários não foram atingidos. Deu rolo direto, e nem os demais integrantes da diretoria concordaram com a medida. Este é o problema de dirigentes inconsequentes. O mandato de Peres se encerra no final do ano, e um provável passivo jurídico de seus desmandos cairá para a gestão seguinte, comprometendo o futuro do clube. 

Casos opostos

No Grêmio, Thiago Neves deu entrevista dizendo que, após o recesso forçado pela parada pela pandemia, mostrará o que dele sempre se esperou. É um bom reconhecimento de quem está devendo desde o último ano de Cruzeiro.

No Inter, o retorno aos jogos servirá para tirar uma dúvida que ficou dos últimos jogos antes da parada: Saravia já não era para ter sido titular? As primeiras amostragens recomendavam.

 
 
 
 
 
 
 
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