Lelê Bortholacci: a inesquecível vitória no Gre-Nal do Século - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixao Colorada11/07/2020 | 08h00Atualizada em 11/07/2020 | 08h00

Lelê Bortholacci: a inesquecível vitória no Gre-Nal do Século

Clássicos será retransmitido pela Rádio Gaúcha neste domingo (12)

Lelê Bortholacci: a inesquecível vitória no Gre-Nal do Século Fernando Gomes/Agencia RBS
Nilson (à direita) marcou os dois gols do Inter na virada sobre o Grêmio Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Neste domingo (12), a Rádio Gaúcha reapresenta o "Gre-Nal do Século" dentro do projeto Saudade do Esporte. Mesmo que ele tenha ocorrido no século passado, ainda é considerado um dos Gre-Nais mais importantes da história, porque valeu — além da vitória, é claro —  uma classificação para a grande final do Brasileirão de 1988 e uma vaga à Libertadores — na época, eram apenas duas vagas por país. 

E foi uma vitória épica. Daquelas que marcam pra sempre tanto quem ganha, quanto quem perde. Além de sair atrás no marcador, o Inter teve um jogador expulso ainda no primeiro tempo. Se virar clássico já é algo especial, com um jogador a menos, o feito aumenta consideravelmente. 

Eu nunca mais apaguei da memória os dois gols de Nilson. O "indescritível quadro que se vê no Beira-Rio" na narração do segundo gol, pelo grande Armindo Antônio Ranzolin. O jeito desengonçado da comemoração do centroavante colorado — que, mais tarde, foi jogador do Grêmio — e das reações extremas de Abel Braga à beira do campo. 

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Sensação de "já ganhou"

O único problema de ter vencido esse jogo foi a sensação de "já ganhou" que tomou conta da torcida colorada e que — de alguma forma — deve ter chegado ao grupo de jogadores, que, na sequência, acabou perdendo o título brasileiro para o Bahia, que tinha um ótimo time, mas inferior ao do Inter. Foi um vice amargo. Mas nada, jamais, vai apagar a maravilhosa sensação de ter vencido o Gre-Nal do Século, do jeito que foi.

 
 
 
 
 
 
 
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