Luciano Périco: o único caminho que resta para o Grêmio escapar do inferno - Esporte - Diário Gaúcho

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Desespero05/10/2021 | 07h00Atualizada em 05/10/2021 | 07h00

Luciano Périco: o único caminho que resta para o Grêmio escapar do inferno

Tricolor encara o Cuiabá na quarta-feira (6), dentro da Arena, precisando vencer para manter a mínima esperança de fugir do rebaixamento

Luciano Périco: o único caminho que resta para o Grêmio escapar do inferno GIL GOMES / AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
Lesionado no tornozelo, Borja vai desfalcar o time gremista por quatro semanas Foto: GIL GOMES / AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO / AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

É reagir ou cair. Simples assim. Passou da hora de todos saírem da zona de conforto na Arena. Falo de dirigentes, comissão técnica e jogadores. Por mais difícil que seja para aceitar, o rebaixamento do Grêmio no Brasileirão é uma forte tendência

O discurso do mundo encantado, propagado nas entrevistas, como se as coisas pudessem ser resolvidas em um passe de mágica, não cabe mais. É preciso deixar de lado a soberba e assumir, com toda a humildade, o fracasso geral. 

Agora, na partida contra o Cuiabá, é vencer ou vencer. Copa do mundo. A equipe de Jorginho é muito mais organizada que o Tricolor. Vai impor dificuldades. Se recuperou e faz uma campanha de meio da tabela no campeonato. É bem melhor do que o Sport. Portanto, não há mais espaço para tropeços. Com gordos salários em dia, é o momento dos atletas do Grêmio darem uma resposta efetiva. 

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Felipão está tendo todo o tempo para montar uma estratégia de jogo mais eficaz do que mandar a bola para a área adversária. Ter um ataque que marcou apenas 18 gols, o segundo pior do Brasileirão, é um vexame. 

A ausência de Borja no período de quatro semanas, por lesão ligamentar no tornozelo, é mais uma péssima notícia para os gremistas. Fica fora por, no mínimo, de sete jogos. 

É nítido que falta alguém para criar no meio-campo. Não é Alisson. Nem Douglas Costa, que precisa jogar pelo lado. É o momento de jogar por um prato de comida. Assumir todos os erros cometidos. Pedir ajuda. Apenas dizer que todos estão trabalhando, já não basta mais. É fundamental encontrar alternativas. Enfim, o resumo é claro. Ou o Grêmio muda radicalmente nos jogos que restam ou o destino será o inferno da Série B em 2022. 

 
 
 
 
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