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Paixão tricolor24/05/2022 | 07h01Atualizada em 24/05/2022 | 07h01

Cacalo: armadilhas do futebol

Onde se percebe boas perspectivas, vale a pena assumir riscos

Cacalo: armadilhas do futebol LUCAS UEBEL / Grêmio / Divulgação/Grêmio / Divulgação
Dênis Abrahão comanda o futebol gremista Foto: LUCAS UEBEL / Grêmio / Divulgação / Grêmio / Divulgação
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Há uma velha máxima quando se debate a formação de um elenco de qualidade para disputa das competições oficiais de futebol. Muitos são os critérios para efeito de composição de um grupo de profissionais, em especial em clube considerado grande. 

Obviamente que o primeiro e principal requisito é que os atletas tenham suficiente qualidade técnica pessoal que os habilite a fazer parte de um elenco que se dispõe a ter jogadores de bom nível. Por razões bem definidas, estas avaliações devem ser feitas por especialistas no dia a dia dos treinamentos e na convivência. Por óbvio, aqueles que dirigem tais jogadores devem também ter capacidade de distinguir o bom do ruim. 

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Os treinos são deveras importantes, mas não são tudo para se descobrir um jogador é diferenciado. Por outro lado, também deverão os avaliadores terem capacidade de entender as diferenças entre jogadores com pouca qualidade técnica, promessas e jovens maduros, para que mesmo com pouca idade estejam prontos para serem profissionais. 

Isso sem falarmos naqueles que estão afirmados e jogariam em qualquer grande equipe. Fiz todas estas digressões no sentido de chegarmos à conclusão dos critérios e decisões que devem ter integrantes de um departamento de futebol. 

Onde se percebe boas perspectivas, vale a pena assumir riscos. Caso contrário, atletas sem futuro, devidamente avaliados, devem buscar chance em outro lugar. Se é ruim e ficar no elenco, logo será escalado. 

 
 
 
 
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