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24/03/2011 | 04h42

Alternativa à BR-116, Rodovia do Parque está com obras em 17 dos 22 quilômetros do trajeto previsto

Máquinas patrolam, aplainam e nivelam solo em trechos da BR-448, a nova ligação entre Sapucaia e Capital

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Alternativa à BR-116, Rodovia do Parque está com obras em 17 dos 22 quilômetros do trajeto previsto Fernando Gomes/
Quando concluída, estrada deve absorver 40% do trânsito da BR-116 Foto: Fernando Gomes

O grande sonho dos motoristas para desafogar o congestionado trânsito na Grande Porto Alegre começa a deixar as pranchetas dos arquitetos para se tornar realidade. A Rodovia do Parque, via de 22,3 quilômetros de extensão que deverá ligar a capital gaúcha a Sapucaia do Sul — de forma paralela à saturada BR-116 — está com obras na maior parte do trajeto previsto.

Em 17 quilômetros da estrada, máquinas patrolam, aplainam e nivelam o solo daquela que deve se tornar uma moderna freeway, já a partir de 2012, segundo as otimistas previsões do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

A Rodovia do Parque, cujo nome oficial é BR-448, deve ter mesmo as características de uma freeway: espaço, modernidade e longos trechos sem interrupção. Terá duas pistas de cada lado (em alguns trechos, até três pistas) e poucas vias laterais para acesso às cidades que a margeiam. A perspectiva é de que 40% dos 120 mil veículos que usam diariamente a BR-116 optem pela nova via.

Zero Hora percorreu de ponta a ponta, terça-feira, todos os trechos transitáveis da Rodovia do Parque. É no lote um, entre Sapucaia do Sul e a BR-386, que a estrada já exibe jeito de estrada. Extensos trechos estão aterrados, à espera apenas de brita e asfalto para se tornar uma freeway. Eles já estão, inclusive, na largura definitiva, com cerca de 50 metros, compatível com as quatro pistas previstas.

O lote dois da rodovia, entre a BR-386 e a parte central do município de Canoas, também tem extensos trechos transitáveis. Por eles, circula uma procissão permanente de caminhões e máquinas, da manhã à noite.

O lote três é o que exibe menos trechos visíveis de estradas, mas o que está com obras de arte mais adiantadas. São pontes e viadutos em franca expansão.

Leia mais na edição de Zero Hora desta  quinta-feira.

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