Trânsito seguro
Vida Urgente critica a recusa dos rodoviários em usar o cinto de segurança
Em nota, a Fundação Thiago de Moraes Gonzaga pede que uso do equipamento seja ampliado aos passageiros
A manifestação de rodoviários da empresa Carris, que impediu os coletivos de saírem da garagem da companhia em Porto Alegre, sucitou um controverso debate sobre o uso do cinto de segurança.
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Manifestações contrárias e de apoio tomaram as redes sociais, com opiniões compartilhadas inclusive por vereadores da Capital.
No meio de toda a discussão, Diza Gonzaga, presidente da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga, que comanda o programa Vida Urgente, afirmou que "a movimentação deveria ser pela qualidade e ampliação da segurança no transporte coletivo e não pelo 'retrocesso'".
Leia a nota na íntegra:
"Para nós, da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga o não uso do cinto de segurança pelos motoristas e cobradores é um retrocesso, além de ser um descaso com a vida. Sabemos que infelizmente o cinto não é obrigatoriedade para os passageiros de transporte coletivo no perímetro urbano. Mesmo em países que são referência em segurança no trânsito como a Suécia, por exemplo.
O que não justifica abrirmos mão deste equipamento de segurança para os profissionais, que passam o dia a dia envolvidos no trânsito. A movimentação deveria ser pela qualidade e ampliação da segurança no transporte coletivo e não pelo "retrocesso".
Diza Gonzaga - presidente da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga".