Depois de execução no Pavão, escolas e posto de saúde fecham em outras duas ilhas em Porto Alegre - Polícia

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Guerra nas Ilhas20/11/2014 | 11h11Atualizada em 20/11/2014 | 15h33

Depois de execução no Pavão, escolas e posto de saúde fecham em outras duas ilhas em Porto Alegre

Estão fechadas duas escolas e um posto de saúde na Ilha das Flores e dos Marinheiros

Depois de execução no Pavão, escolas e posto de saúde fecham em outras duas ilhas em Porto Alegre Ronaldo Bernardi/Agencia RBS
Jovem foi executado com diversos tiros no meio da rua Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Duas escolas e um posto de saúde fecharam as portas na tarde desta quinta-feira (20) em razão da falta de segurança na região das Ilhas da Capital. A Escola Estadual de Ensino Fundamental Alvarenga Peixoto, na Ilha dos Marinheiros e a Escola Estadual Oscar Schitt, na das Flores  além a Unidade Básica de Saúde da Ilha do Marinheiros suspenderam o serviço.

Foto: Maria Eduarda Fortuna/Rádio Gaúcha

Clima tenso desde outubro

No fim de outubro, a briga entre gangues da região se intensificou, depois que o chefe do tráfico da ilha dos Marinheiros foi morto. Dias depois, três integrantes da mesma gangue também foram assassinados.
Desde lá, a Brigada Militar garante que já prendeu sete pessoas e que está intensificando o policiamento no local.

Homicídio logo cedo na Ilha do Pavão

Um jovem identificado como Cassiano Ismael dos Santos Alves, 20 anos, foi executado com diversos tiros de pistolas 9mm e .380 por volta das 8h30min desta quinta, na Rua B da Ilha do Pavão, em Porto Alegre.
Um grupo com pelo menos oito homens fortemente armados invadiu a ilha e foi direto à casa onde Cassiano dormia. No local, estava ainda um casal. Todos foram arrancados de dentro do casebre e o rapaz teria sido arrastado até a rua e executado. A polícia acredita que ele tenha sido atingido por mais de dez tiros.

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Na fuga, os criminosos teriam saído atirando da Ilha do Pavão, em direção à Ilha dos Marinheiros. No meio do caminho, um vigilante do Clube Navegantes São João acabou baleado na perna. Ele foi socorrido.
Cassiano tinha envolvimento com o tráfico de drogas e já esteve preso. O caso é apurado pela 2ª DHPP, que trabalha com a hipótese de mais uma morte relacionada à guerra do tráfico na região do Arquipélago.

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* Com informações da Rádio Gaúcha

 
 
 
 
 
 
 
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