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Homicídio27/11/2017 | 15h27Atualizada em 27/11/2017 | 15h27

Mãe e padrasto suspeitos pela morte de menino em Pelotas tinham histórico de maus-tratos

A denúncia anônima chegou a Promotoria da Infância e Juventude no final de 2016

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O casal suspeito de envolvimento com a morte de uma criança de três anos e a agressão a sua irmã gêmea no sábado (25), em Pelotas,  já tinha histórico de maus tratos. Segundo a Promotoria da Infância e Juventude, uma denúncia anônima chegou ao órgão no final de 2016. À época, a situação foi averiguada e as crianças foram encaminhadas aos cuidados da avó materna. 

Segundo a promotora da Infância e Juventude Luciara Robe da Silveira, os últimos relatórios demonstravam que a relação das crianças com a mãe o padrasto havia melhorado. 

- Durante o período de um ano, acompanhamos a situação das crianças, e as condições estavam melhores - afirmou. 

Com a morte do menino, os três irmãos estão em uma instituição do município. Nesta segunda-feira (27), a promotoria solicitou a destituição das crianças do poder familiar para, depois, serem encaminhadas ao processo de adoção.

O caso

Na madrugada de sábado (25), a mãe do menino foi à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Pelotas e informou que seu filho havia morrido. Ela alegou que a criança ingeriu leite com achocolatado e passou mal. O Samu foi chamado ao local. A equipe tentou reanimar o menino, mas ele não resistiu. 

No mesmo dia, mais tarde, funcionários do Pronto Socorro informaram que no local havia dado entrada uma criança - irmã da vítima - com hematomas, lesões e fratura no braço esquerdo, além de suspeita de abuso sexual. 

No domingo (26), a polícia solicitou a prisão preventiva do casal à Justiça. O pedido foi aceito. A mulher foi presa em Pelotas e o homem em Canguçu. Ambos estão no Presídio Regional de Pelotas. GaúchaZH não divulga o nome dos envolvidos para preservar a identidade das crianças.

 

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