Quem são as vítimas da chacina na Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre - Polícia

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Violência27/12/2017 | 14h34Atualizada em 27/12/2017 | 14h34

Quem são as vítimas da chacina na Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre

Crime ocorreu na madrugada desta quarta-feira em duas casas na Avenida Deputado Adão Pretto, antigo Beco da Taquara

Quatro das cinco vítimas da chacina na Lomba do Pinheiro, na Zona Leste de Porto Alegre, foram identificadas na manhã desta quarta-feira (27).  O crime ocorreu na madrugada em duas casas na Avenida Deputado Adão Pretto, antigo Beco da Taquara.  

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De acordo com a Polícia Civil, oito criminosos fortemente armados chegaram em dois carros escuros por volta das 5h30min  e começaram a atirar contra as vítimas.  

Conforme o delegado Rodrigo Reis, da especializada em homicídios, em uma das residências foram encontrados os corpos de Cristiano Roberto Cavalheiro Cardoso,  42 anos, e Jacqueline da Silva Ramos,  32 anos. 

Cardoso apresentava antecedentes por favorecimento à prostituição, enquanto Jacqueline tinha registros policiais por lesão corporal e ameaça. 

Na outra casa estavam os corpos de Jader da Silva Ramos,  34 anos, de Dayane Carolina Haggastron de Araujo, 29 anos, e de um homem, do qual só se sabe o primeiro nome, Marcelo. 

Ramos apresentava antecedentes por lesão corporal, ameaça, dano, embriaguez, perturbação da tranquilidade, homicídio, tráfico de drogas, receptação, posse de drogas, furto qualificado e injúria. 

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) não informou antecedentes de Dayane e do homem identificado apenas como Marcelo.  

 PORTOALEGRE-RS-BR - 27.12.2017rês homens e duas mulheres foram assassinados na madrugada desta quarta-feira (27) na zona leste de Porto Alegre. A chacina aconteceu em duas casas na  Avenida Deputado Adão Prett, no bairro Lomba do Pinheiro.FOTÓGRAFO: TADEUVILANI AGÊNCIARBS
Duas pessoas foram mortas em casa; outras três em outra residênciaFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

Uma das casas, onde morreram três pessoas, era conhecida como ponto de tráfico de drogas, explica o diretor de investigações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Dayane e Marcelo estariam comprando e consumindo drogas quando acabaram sendo baleados no momento do tiroteio. 

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