Polícia divulga nome de suspeitos de esquartejar crianças em ritual satânico - Polícia

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Região Metropolitana08/01/2018 | 10h13Atualizada em 08/01/2018 | 10h13

Polícia divulga nome de suspeitos de esquartejar crianças em ritual satânico

Corpos de irmãos foram encontrados esquartejados em setembro de 2017

Polícia divulga nome de suspeitos de esquartejar crianças em ritual satânico Vanessa Kannenberg/Agência RBS
Capa preta foi utilizada por bruxo durante ritual satânico, afirma delegado Foto: Vanessa Kannenberg / Agência RBS

A polícia divulgou nesta segunda-feira (8) o nome dos sete suspeitos de envolvimento na morte das duas crianças encontradas esquartejadas em Novo Hamburgo.  A suspeita é que elas tenham sido mortas para um ritual satânico.  Quatro pessoas já foram presas e outras três  seguem foragidas. A polícia já conseguiu na Justiça a prisão preventiva dos sete.

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Os quatro presos são Sílvio Fernandes Rodrigues, Jair da Silva, Andrei Jorge da Silva, Marcio Miranda Brustolin. Sílvio é o bruxo e o mestre que teria executado o ritual. Já Jair teria encomendado o sacrifício, junto com seu sócio, que está foragido. O terceiro preso, Andrei, é filho de Jair.  Já Márcio foi preso na última sexta-feira (5) e também teria participado do ritual.

Estão foragidos: Anderson da Silva; Paulo Ademir Norbert da Silva, sócio de Jair e que teria apresentado Jair ao bruxo; Jorge Adrian Alves, o argentino que teria traficado as crianças. 

Conforme o delegado Moacir Fermino, responsável pela investigação, as duas crianças podem ter sido trocadas por um caminhão roubado na província de Corrientes, onde os irmãos foram pegos. 

As duas vítimas são uma menina, com idade entre 10 e 12 anos, e um menino, de oito a 10 anos. Elas ainda não foram identificadas. 

 GRAVATAÍ, RS, BRASIL, 04-01-2018: Fotos do portão e de casa ligada ao bruxo Silvio Fernandes Rodrigues, suspeito de assassinatos de crianças em rituais satânicos na cidade de Novo Hamburgo (FOTO FÉLIX ZUCCO/AGÊNCIA RBS, Editoria de Notícias).
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Conforme o delegado Moacir Fermino, responsável pela investigação, o corpo da menina apresentava marcas de facadas, com sinais de que lutou. A polícia suspeita que ela tenha sido atingida quando ainda estava viva. O menino estava alcoolizado. 

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