Corregedoria pede mais prazo para investigar falso testemunho em caso de crianças esquartejadas - Polícia

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NOVO HAMBURGO16/02/2018 | 15h18Atualizada em 16/02/2018 | 15h18

Corregedoria pede mais prazo para investigar falso testemunho em caso de crianças esquartejadas

Delegado Moacir Fermino, afastado das funções, irá depor a partir da próxima semana 


 NOVO HAMBURGO, RS, BRASIL - 2017.09.08 - Estrada Porto das Tranqueiras, local onde foram encontradas duas crianças esquartejadas, em Novo Hamburgo. A estrada é utilizada como atalho para chegar ao bairro Feitoria e, também, como descarte de lixo. (Foto: ANDRÉ ÁVILA/ Agência RBS)
Foto: André Ávila / Agencia RBS

A Corregedoria da Polícia Civil solicita à Justiça, na tarde desta sexta-feira (16), mais prazo para investigar falso testemunho sobre o envolvimento de pessoas em um suposto ritual satânico em Gravataí no caso das duas crianças esquartejadas em Novo Hamburgo. O delegado Marcos Meirelles deve pedir pelo menos mais 10 dias para concluir o inquérito, além de apresentar um relato do que já foi feito até agora. O motivo que teria levado as pessoas envolvidas a inventar uma história e depois voltar atrás ainda não foi divulgado pela polícia. 

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Três testemunhas afirmaram que foram coagidas por um homem a mentir sobre o fato. Este suspeito foi preso na semana passada. No entanto, mais detalhes não estão sendo divulgados. Dezessete pessoas já foram ouvidas, entre elas, testemunhas, outras pessoas que foram acionadas nos últimos dias e, inclusive, os sete homens investigados inicialmente e que tiveram prisão revogadas pela Justiça. Meirelles também apura o envolvimento do delegado Moacir Fermino e vai marcar o depoimento dele para a próxima semana.

Em janeiro deste ano, sem apresentar provas técnicas suficientes, disse que a investigação estava baseada apenas em provas testemunhais e em uma revelação divina. Enquanto a Corregedoria segue com mais interrogatórios, análise dos próprios depoimentos e de materiais recolhidos, a Delegacia de Homicídios de Novo Hamburgo voltou à estaca zero no caso dos dois irmãos encontrados esquartejados em setembro do ano passado.  

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