Criminosos interceptam ambulância e matam paciente com tiros de fuzil no Rio - Polícia

Versão mobile

 

Violência05/02/2018 | 09h33Atualizada em 05/02/2018 | 09h33

Criminosos interceptam ambulância e matam paciente com tiros de fuzil no Rio

Crime ocorreu na Rua Guarulhos, na lateral do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Em mais uma noite de episódios de violência no Rio de Janeiro, um homem foi executado com diversos tiros dentro de uma ambulância, em frente a um hospital, na zona oeste da cidade.

 Leia outras notícias do Diário Gaúcho 

Segundo informações da Polícia Militar, o crime ocorreu na Rua Guarulhos, na lateral do Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, no fim da noite deste sábado (3). A ambulância que levava o paciente foi interceptada por um carro ocupado por quatro homens carregando fuzis.

O paciente chegava ao hospital trazido de outra unidade de saúde, onde tinha passado por um exame médico. Os criminosos ordenaram que o motorista deixasse da ambulância e fizeram vários disparos contra o doente. O crime é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

No início da manhã deste domingo (5), vários motoristas foram vítimas de um arrastão na Avenida Brasil, uma das principais vias expressas da cidade. Policiais militares do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) foram acionados para checar uma denúncia de roubo de carros na altura de Barros Filho, bairro da zona norte. Um motorista que permanecia no local do crime relatou o roubo e foi levado para registrar a ocorrência na 39ª Delegacia de Polícia, na Pavuna.

Nas redes sociais, perfis de monitoramento e alerta a moradores sobre episódios de violência relataram denúncias de disparos com arma de fogo em diversos bairros da cidade, incluindo Cidade de Deus e Rocinha. Questionada pela reportagem, a Polícia Militar informou que não houve registro oficial sobre tiroteios ou confrontos nas comunidades.

Na manhã deste domingo, agentes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) realizam operação na comunidade Bateu Mouche, na Praça Seca, que é alvo de disputa entre traficantes de drogas e milicianos. Mas também não há informação oficial sobre confronto, prisões ou apreensões.

 Leia outras notícias do Diário Gaúcho 


 
 
 
 
 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros