Desaparecimento de contadora completa 15 dias sem pistas sobre paradeiro - Polícia

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Norte do RS15/02/2018 | 10h48Atualizada em 15/02/2018 | 10h48

Desaparecimento de contadora completa 15 dias sem pistas sobre paradeiro

Sandra Mara Lovis Trentin, de 48 anos, foi vista pela última vez em Palmeira das Missões

Desaparecimento de contadora completa 15 dias sem pistas sobre paradeiro Arquivo Pessoal/Divulgação
Sandra tem quatro filhos e é casada com o presidente da Câmara de Vereadores de Boa Vista das Missões Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

 A Polícia Civil ainda não tem pistas sobre o paradeiro da contadora Sandra Mara Lovis Trentin, de 48 anos, desaparecida desde o dia 30 de janeiro. O sumiço da moradora de Boa Vista das Missões, no norte do Estado, completa 15 dias nesta quarta-feira (14).

Mulher do presidente da Câmara de Vereadores do município, ela foi vista pela última vez na manhã do dia 30, quando foi até Palmeira das Missões a trabalho. O carro que dirigia, uma caminhonete Ford Ranger, foi encontrado estacionado na cidade. O veículo passou por perícia, mas não foi encontrada nenhuma impressão digital. Nova perícia deve apontar se há presença de algum outro tipo de material.

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A delegada Cristiane Van Riel Santos, responsável pela investigação, já ouviu cerca de 15 testemunhas, entre familiares e pessoas que a viram pela última vez. Ela afirma que não há nenhuma pista que indique o paradeiro de Sandra.

— Temos algumas linhas de investigação que não posso revelar — diz a delegada, que não confirma se existe ou não a suspeita de crime.

No local onde o veículo foi encontrado, não há câmeras de segurança, mas outras câmeras da cidade mostram a contadora dirigindo a caminhonete sozinha, sem nenhum indício suspeito.

Rômulo Trentin Kohler, um dos quatro filhos dela, mantém as esperanças, mas reconhece as dificuldades e a angústia de não saber onde está a mãe:

- Minha mãe não sofria de depressão. Era uma pessoa feliz e se dava bem com todo mundo, não tinha desafetos. A polícia não nos passa muitas informações para não atrapalhar a investigação. Mas é difícil. Tento entreter minhas irmãs, mas, às vezes, elas se pegam pensando no que está acontecendo – lamenta. 

A Polícia Civil disponibiliza um telefone para informações: (55) 3742-1180.

 

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