Após relatos de ataque de cobra, caso de menino afogado em rio será arquivado no RS - Polícia

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Ipiranga do Sul14/03/2018 | 10h56Atualizada em 14/03/2018 | 10h56

Após relatos de ataque de cobra, caso de menino afogado em rio será arquivado no RS

Guilherme da Silva Andrade teria, de 12 anos, morreu no início do ano na Região Norte


 Corpo de Bombeiros emitiu um alerta para que as pessoas evitem o Rio Teixeira e áreas próximas, em Ipiranga do Sul, no norte do Estado, após a morte de um adolescente. Conforme relatos de familiares, Guilherme da Silva, 12 anos, teria sido atacado por uma cobra enquanto pescava na tarde de domingo (31). O corpo, encontrado na segunda-feira (1º), teria fraturas por esmagamento, de acordo com a corporação.
Foto: Corpo de Bombeiros / Divulgação

A Polícia Civil vai arquivar o inquérito que investigava a morte de um menino de 12 anos em um rio, em Ipiranga do Sul, no norte do Estado. O caso foi no início deste ano e chegou a mobilizar as autoridades locais, após a família alegar que Guilherme da Silva Andrade teria sido atacado por uma cobra de grande porte. 

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Conforme a Polícia Civil, todos os indícios apontam que a vítima morreu afogada, e sem ter sido abordada por algum animal. Com isso, o delegado Adroaldo Schenkel afirmou que não haverá indiciamentos no caso, e que tratou-se de uma fatalidade. 

— Temos o testemunho de alguns familiares, mas não comprovamos isso. Entretanto, não temos como apontar que algo não aconteceu. Não há indícios da presença de uma cobra. Os exames que temos apontam para um afogamento — disse. 

Um laudo ainda está pendente segundo a Polícia Civil, mas o exame não deverá alterar o inquérito, disse  delegado. O caso mobilizou a região norte do Estado. O Corpo de Bombeiros chegou a emitir um alerta para que as pessoas evitassem o Rio Teixeira e áreas próximas. Equipes da corporação foram destacadas para fazer buscas na área, o que gerou o alerta de precaução. 

As equipes que estiveram no local afirmaram ter ouvido relatos sobre cobras trazidas há duas décadas por um morador que viajou para o Mato Grosso. Elas seriam criadas num açude, que se rompeu. O resultado da perícia do corpo não apontou estrangulamento, e frisou que a causa principal da morte da criança era afogamento. 

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