Desembargadora que acusou Marielle de ser "engajada com bandidos" diz que se precipitou - Polícia

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RETRATAÇÃO20/03/2018 | 07h21Atualizada em 20/03/2018 | 07h24

Desembargadora que acusou Marielle de ser "engajada com bandidos" diz que se precipitou

PSOL anunciou que irá entrar com uma representação no CNJ contra a magistrada

Desembargadora que acusou Marielle de ser "engajada com bandidos" diz que se precipitou Reprodução / Reprodução/Reprodução
Desembargadora Marilia Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), fez um ¿mea culpa¿, nesta segunda-feira (19) Foto: Reprodução / Reprodução / Reprodução
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A desembargadora Marilia Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), fez um “mea culpa”, nesta segunda-feira (19). Retratação ocorreu após ter feito uma publicação  em rede social, em que acusava a vereadora Marielle Franco, assassinada na última quarta-feira (14), de ser “engajada com bandidos”.

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De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, a desembargadora publicou em sua página do Facebook uma retratação, afirmando que se manifestou de “forma precipitada”.

"Diante das manifestações contra meu comentário, proferido em uma discussão no Facebook de um colega, a respeito da morte da vereadora Marielle Franco venho declarar o que segue: no afã de defender as instituições policiais, ao meu ver injustamente atacadas, repassei de forma precipitada, notícias que circulavam nas redes sociais. A conduta mais ponderada seria a de esperar o término das investigações para então, ainda na condição de cidadã, opinar ou não sobre o tema".

Depois da morte de Marielle, várias notícias falsas se espalharam pelas redes sociais. O PSOL anunciou no sábado (17) que vai entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra Marilia Castro Neves. O partido também comunicou que estuda possíveis ações contra o deputado federal Alberto Fraga (DEM/DF), que divulgou no sábado informações falsas sobre um suposto envolvimento de Marielle com o traficante carioca Marcinho VP. 

 

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