Munição utilizada em assassinato de Marielle Franco é de lotes vendidos à Polícia Federal - Polícia

Vers?o mobile

 
 

VIOLÊNCIA16/03/2018 | 14h43Atualizada em 16/03/2018 | 14h46

Munição utilizada em assassinato de Marielle Franco é de lotes vendidos à Polícia Federal

Balas de calibre 9 mm fazem parte de carregamento adquirido pela PF de Brasília em 2006

GaúchaZH
GaúchaZH

 

PF vai auxiliar investigação da morte de Marielle; Freixo fala em 'execução'RJ - VIOLÊNCIA/RIO/MARIELLE FRANCO/ASSASSINATO - GERAL - Marcas de bala no carro onde estava a   vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ)   morta na noite de ontem, 14, no bairro   do Estácio, centro do Rio de Janeiro. O   carro está em posse da Divisão de   Homicídios, na Barra da Tijuca, zona   oeste da cidade. A polícia trabalha com   a suspeita de execução. O Secretário de   Estado de Segurança, Richard Nunes,   informou, em nota, que determinou à   Divisão de Homicídios ampla   investigação sobre os assassinatos de   Marielle e do motorista Anderson Pedro   Gomes, morto também no ataque. O   secretário disse que acompanha as   investigações com o chefe de Polícia   Civil, Rivaldo Barbosa, desde que soube   do crime.    15/03/2018 - Foto: CONSTANçA REZENDE/ESTADÃO CONTEÚDOEditoria: GERALLocal: RIO DE JANEIROIndexador: CONSTANçA REZENDEFonte: ESTADAO CONTEUDOFotógrafo: ESTADÃO CONTEÚDO
Polícias Civil e Federal vão realizar um trabalho conjunto de rastreamentoFoto: CONSTANçA REZENDE / ESTADAO CONTEUDO

Análise da perícia aponta que a munição usada no ataque contra a vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) era de uma pistola 9 mm. Os lotes foram vendidos para a Polícia Federal (PF) de Brasília, em 2006. A PF instaurou um inquérito, nesta sexta-feira (16), para apurar a origem das munições. 

 Leia outras notícias do Diário Gaúcho   

"A Polícia Federal no Estado do Rio de Janeiro e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro reiteram o seu compromisso de trabalhar em conjunto para a elucidação de todos os fatos envolvendo os homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Pedro Gomes, ocorrido na noite da última quarta-feira, no Rio de Janeiro", afirma a PF em nota.

Segundo o G1, a perícia também identificou que o lote de munição UZZ-18 é original, ou seja, nunca foi recarregada. Treze disparos atingiram o veículo, sendo nove na lataria e quatro no vidro.

A participação de um segundo carro no assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes também é alvo de investigação. 

 Leia outras notícias do Diário Gaúcho   



 
 
 
 
 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros