Caso Eduarda: após uma semana, polícia mantém silêncio sobre investigação do crime - Polícia

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Sob sigilo29/10/2018 | 18h38Atualizada em 29/10/2018 | 18h40

Caso Eduarda: após uma semana, polícia mantém silêncio sobre investigação do crime

Corpo da menina foi encontrado às margens da RS-118 na última segunda-feira (22); retrato falado de um suspeito já foi divulgado

Caso Eduarda: após uma semana, polícia mantém silêncio sobre investigação do crime Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Menina Eduarda foi sequestrada e morta em Porto Alegre Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Uma semana após a descoberta de que o desaparecimento de Eduarda Herrera de Mello, nove anos, se tratava de um sequestro e assassinato, a família ainda segue em busca de respostas sobre o que motivou o crime e quem o cometeu. Até o momento, a única informação revelada pela Polícia Civil é o retrato falado de um suspeito do sequestro e de que a menina morreu por afogamento. A Justiça decretou sigilo das investigações.

A delegada Andrea Magno, do Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), afirma que a polícia "trabalhou todo o final de semana no caso", mas que não pode dar detalhes. Ela não adiantou qual linha de investigação do inquérito e nem se já há suspeitos identificados. 

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Uma força-tarefa com investigadores de outras delegacias está trabalhando no caso. Há mobilização de policiais do Deca, da Delegacia de Homicídios de Alvorada, onde o corpo foi localizado, e do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). 

A menina foi sequestrada no bairro Rubem Berta, na zona norte de Porto Alegre, enquanto andava de roller com amigas nas proximidades de casa, por volta das 20h45min do dia 21. Mais de 10 horas depois, já na manhã do dia 22, o corpo foi localizado por um homem que havia parado para urinar na RS-118, em Alvorada. 

O caso gerou comoção de moradores do Rubem Berta, que denunciaram uma sequência de supostas tentativas de sequestro de bebês e acusavam a polícia de esconder as informações. Em um dos protestos, uma delegacia foi cercada por moradores. Eles acreditavam que um suspeito de tentar sequestrar uma criança estava sendo mantido nas dependências do prédio.

O chefe de Polícia do Rio Grande do Sul, Emerson Wendt, esclareceu na última sexta-feira (26) que 13 registros de boletins de ocorrência foram feitos após o caso Eduarda e que, até o momento, nenhum deles se confirmava. 

Retrato falado do suspeito de ter levado a menina Eduarda Herrera Mello, de nove anos, do pátio de casa no bairro Rubem Berta na noite de 21 de outubro. Ela foi encontrada morta no dia seguinte, no Rio Gravataí.
Retrato falado do suspeito de cometer o crime foi divulgado pela políciaFoto: Polícia Civil / Divulgação


 
 
 
 
 
 
 
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