Caso Eduarda: polícia faz mutirão para ouvir pessoas apontadas como suspeitas de assassinar menina - Polícia

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Mistério30/11/2018 | 20h17Atualizada em 30/11/2018 | 20h17

Caso Eduarda: polícia faz mutirão para ouvir pessoas apontadas como suspeitas de assassinar menina

Garota de nove anos foi sequestrada da frente de sua casa no bairro Rubem Berta em outubro

Caso Eduarda: polícia faz mutirão para ouvir pessoas apontadas como suspeitas de assassinar menina Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Menina Eduarda Herrera de Mello, nove anos, foi sequestrada e assassinada em outubro de 2018 Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

O Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca) da Polícia Civil está ouvindo as pessoas apontadas como suspeitas de assassinar a menina Eduarda Herrera de Mello, nove anos, em outubro. A menina foi morta após ser sequestrada, no dia 21 daquele mês, da frente de casa no bairro Rubem Berta, zona norte de Porto Alegre, enquanto andava de roller. No dia seguinte, ela foi encontrada morta às margens da RS-118, em Alvorada.

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A polícia começou, na semana passada, a chamar todas as pessoas denunciadas como suspeitas a partir da divulgação do retrato falado. São aproximadamente 30 homens, denunciados de forma anônima. Na delegacia, eles são questionados sobre o que faziam no dia do sumiço, se estavam com alguém e, no final, é oferecido a realização de exame de DNA. Os procedimentos devem ser realizados até a próxima semana.

Conforme a delegada Andrea Magno, o objetivo é descartar o envolvimento de pessoas inocentes, já que foram muitas denúncias improcedentes. Depois, verificar se o DNA bate com algum dos itens encontrados na cena do crime e aprofundar a apuração. 

— Algumas pessoas foram ameaçadas. A maioria nem lembra mais o que estava fazendo no dia 21. Outras, lembram e a testemunha é a esposa, o filho. Então, precisamos esclarecer — explica a delegada. 

O mutirão da polícia começou na semana passada, com a intimação dos suspeitos, e deve ser finalizado na próxima semana. A delegada afirma que há pessoas que foram descartadas, mas não informou quantas. 

O inquérito ultrapassa 500 páginas, mas está em segredo de Justiça e, por isso, muitos detalhes não foram repassados a GaúchaZH. Entre eles, está o veículo utilizado no crime e o número de ocupantes.

 
 
 
 
 
 
 
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