Ofensivas contra exploração sexual infantil prendem quatro no RS - Polícia

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Crime sexual22/11/2018 | 21h48Atualizada em 22/11/2018 | 21h48

Ofensivas contra exploração sexual infantil prendem quatro no RS

Polícias Civil e Federal cumpriram mandados em diferentes Estados

Ofensivas contra exploração sexual infantil prendem quatro no RS Polícia Civil / Divulgação/Divulgação
Polícia Civil gaúcha participa da Operação Luz na Infância no Estado Foto: Polícia Civil / Divulgação / Divulgação

A Operação Luz na Infância, deflagrada para coibir a exploração sexual infantil na internet, contabiliza 61 presos em 18 Estados e Distrito Federal, conforme balanço divulgado pelo Ministério da Segurança Pública na tarde desta quinta-feira (22). As ações seguem até amanhã e o número pode aumentar.

Também nesta quinta, a Polícia Federal está cumprindo 60 mandados em 12 Estados e DF na Operação Atalaia, que visa combater o mesmo crime.  

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No Rio Grande do Sul, duas pessoas foram presas em quatro mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil. Em Pelotas, um professor de língua estrangeira foi preso. A outra detenção ocorreu em Santa Maria, na Região Central. As ações estão encerradas no Estado.

A Polícia Federal realizou outras duas prisões. Em São Pedro do Sul, no Centro, um homem de 50 anos foi preso em flagrante por compartilhamento de imagens com conteúdo pornográfico infantil. Em Rio Grande, na praia do Cassino, um homem de 52 anos foi detido por armazenamento de material com conteúdo pornográfico infantil.

Conforme a diretora do Departamento da Criança e do Adolescente (Deca), delegada Adriana Regina da Costa, equipamentos eletrônicos como notebooks e pendrives foram apreendidos pelos agentes.

Em coletiva de imprensa, o ministro da Segurança, Raul Jungmann, disse que não existe anonimato nas redes, e que a exploração sexual infantil prejudica o futuro do país:

— É um crime asqueroso porque macula e profana a nossa juventude e as nossas crianças. Evidentemente, isso as compromete e compromete também o nosso futuro.

Em caso de condenação, a pena prevista para os crimes varia de dois a oito anos de prisão.

 
 
 
 
 
 
 
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