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Operação Assepsia04/06/2020 | 09h21Atualizada em 04/06/2020 | 09h21

Polícia Civil descobre esquema de venda de álcool gel falsificado

Um enfermeiro, servidor da Secretaria da Saúde de Casca, foi preso na operação desta quarta-feira

Polícia Civil descobre esquema de venda de álcool gel falsificado Polícia Civil / Divulgação/Divulgação
Álcool gel distribuído para a população seria falsificado Foto: Polícia Civil / Divulgação / Divulgação

A investigação sobre vacinas contra a gripe falsificadas levou a Polícia Civil a descobrir outro esquema criminoso na área da saúde: o de venda de álcool gel também falsificado.

Na tarde desta quarta-feira (3), a polícia desencadeou a Operação Assepsia em Casca, Paraí, Passo Fundo e Guaporé

Um enfermeiro, servidor da Secretaria da Saúde de Casca, responsável pela vacinação na cidade, é suspeito de ter operado o esquema e foi preso pela polícia. O álcool foi adquirido pelo município para ser distribuído à população durante a campanha da vacinação. 

São apurados crimes de estelionato contra a administração pública, falsificação, corrupção e adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

A 1ª Delegacia de Combate à Corrupção cumpriu um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Também foi decretada a prisão preventiva de dois homens já investigados pela venda de vacinas falsas. 

A investigação começou a partir da Operação Anticorpo, que descobriu a venda, no município de Coxilha, de vacinas tetravalente contra a gripe. Com as apreensões feitas naquela operação e a partir de depoimentos, a polícia passou a rastrear o esquema do álcool gel.

A investigação sobre vacinas contra a gripe falsificadas levou a Polícia Civil a descobrir outro esquema criminoso na área da saúde: o de venda de álcool gel também falsificado.Na tarde desta quarta-feira (3), a polícia desencadeou a Operação Assepsia em Casca, Paraí, Passo Fundo e Guaporé. Um servidor da Secretaria da Saúde de Casca e um enfermeiro de Paraí são os principais alvos da investigação.São apurados crimes de estelionato contra a administração pública, falsificação, corrupção e adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. A 1ª Delegacia de Combate à Corrupção cumpriu três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão.
Policiais fizeram buscas em quatro cidadesFoto: Polícia Civil / Divulgação

Representantes de empresas produtoras do álcool no Rio Grande do Sul e em São Paulo foram ouvidos na investigação da Divisão Estadual de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro e disseram que o produto sob suspeita não condizia com o que é produzido por suas empresas.

A suspeita é de falsificação do produto que foi comercializado com o poder público.


 
 
 
 
 
 
 
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