Detento transferido para presídio federal é alvo de operação sobre homicídio em Canoas - Polícia

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 Polícia Civil16/07/2020 | 09h11Atualizada em 16/07/2020 | 09h11

Detento transferido para presídio federal é alvo de operação sobre homicídio em Canoas

Homem é apontado como mandante de execução de traficante que fazia telentrega de drogas em área de facção rival


Um dos 18 detentos transferidos para presídios federais este ano é alvo de operação contra homicídio em Canoas<!-- NICAID(14545412) -->
Cerca de 70 policiais civis cumpriram 15 mandados de busca, sendo quatro de prisão em Canoas Foto: Polícia Civil / Divulgação

A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira (15) quatro homens suspeitos do homicídio de um traficante em dezembro do ano passado em Canoas. Um detento foi identificado como mandante porque foi comprovado que ele fez várias chamadas de vídeo combinando a execução. 

Em março deste ano, Lindomar Antônio de Oliveira, conhecido como Tatinha, foi um dos 18 apenados gaúchos transferidos para presídios federais. A vítima pertencia a uma facção rival e fazia telentrega de drogas na área do grupo investigado.

Segundo o delegado Thiago Carrijo, titular da Delegacia de Homicídios da cidade, o assassinato ocorreu no bairro Igara no dia 18 de dezembro. A vítima levou 17 tiros de pistola 9 milímetros. Para realizar o crime, os investigados sequestraram um taxista que regularmente adquiria entorpecentes com Manoel Rodimar Cavalheiro Lopes, 40 anos, e ainda simularam um pedido de drogas para que a vítima não desconfiasse do plano. 

Tatinha é conhecido por agir com crueldade e violência. Por ser considerado um dos líderes de organização criminosa que age no Estado, ele foi transferido para presídio federal em março. O preso é acusado de tentativa de homicídio, roubo e receptação em São Leopoldo, em 2017, tendo sido sentenciado pela Justiça em dezembro de 2018 a 20 anos de prisão. 

GaúchaZH conseguiu confirmar o nome do suspeito, apesar de a Polícia Civil não estar divulgando as identidades dos cinco envolvidos na execução.

Ao todo, 70 agentes participaram da chamada Operação Driver e cumpriram 15 mandados judiciais, sendo quatro de prisão.

 
 
 
 
 
 
 
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