Homem com vários antecedentes criminais é executado com mais de 30 tiros em Gravataí - Polícia

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Violência20/10/2021 | 09h12Atualizada em 20/10/2021 | 09h13

Homem com vários antecedentes criminais é executado com mais de 30 tiros em Gravataí

Vítima, com passagens policiais por tráfico e roubos, pode ter sido alvo da disputa entre facções

Homem com vários antecedentes criminais é executado com mais de 30 tiros em Gravataí Polícia Civil / Divulgação/Divulgação
Criminosos arrombam grade na entrada de uma residência para acessar o local e executar vítima em Gravataí Foto: Polícia Civil / Divulgação / Divulgação

Um homem foi executado por volta de 5h desta terça-feira (19) no bairro Novo Mundo, em Gravataí, na Região Metropolitana. A vítima foi identificada como Cleiton da Silva Mallet, 39 anos, com vários antecedentes criminais, como tráfico e roubos. Segundo a Brigada Militar (BM) ele levou mais de 30 tiros.

De acordo com relatos iniciais à corporação, de dois a quatro homens armados e encapuzados entraram em uma residência na Rua Nutrela, depois de usar chave para arrombar grade do local, e efetuaram dezenas de tiros contra Mallet, que estava deitado na cama em um dos quartos do local. As testemunhas não conseguiram identificar os executores e também não viram a placa do veículo que eles usaram para fugir. Os brigadianos acionaram a Polícia Civil e a perícia.

O Departamento de Homicídios investiga o caso. Mallet tinha antecedentes criminais por por furto a agência bancária, roubo a casa lotérica, tráfico de drogas, roubo de veículo, posse de arma de fogo, entre outros. Um inquérito foi instaurado e o motivo mais provável para o crime, por enquanto, pode estar mais uma vez ligado à disputa entre facções por territórios com pontos de venda de drogas. A vítima pertencia a uma quadrilha e morava na região em que outro grupo domina o comércio de entorpecentes.

Cleiton era irmão gêmeo de Claiton da Silva Mallet, recapturado em 2018 no Vale do Sinos durante ação contra organização criminosa que atuava no roubo de veículos. Ele também tem várias passagens pela polícia, sendo que, ainda tem uma condenação pelo resgate de um preso, em 2005, no Vale do Caí, quando um agente penitenciário foi morto. Jair Fiorin foi assassinado em rodovia de Montenegro quando os criminosos abordaram viatura da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) para soltar Enivaldo Farias, conhecido como Cafuringa. 

 
 
 
 
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