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Banheiros públicos

São R$ 200 mil de prejuízo todo ano

Prefeitura da Capital gasta valor em consertos de patrimônio destruído por vândalos

19/05/2012 - 10h22min

Atualizada em: 19/05/2012 - 10h22min


Banheiros do Terminal Parobé foram reformados

Muitos desistem. Outros torcem o nariz, mas na hora do aperto não tem jeito: limpos ou em péssimo estado de conservação, os banheiros públicos da Capital são a única alternativa grátis para o cidadão. Mas o custo para manter esses espaços abertos é alto. Todo ano, o DMLU gasta R$ 204 mil - R$ 17 mil por mês - com conserto e reposição de pias, vasos, mictórios, lâmpadas e, em alguns casos, até chuveiros destruídos por vândalos.

Pesquisa de qualidade

Na Capital, existem 40 banheiros públicos, com sanitários masculinos e femininos, geralmente localizados em praças, parques e terminais de ônibus. Pela segunda vez, nos últimos dois anos, o DMLU faz uma pesquisa sobre a qualidade do serviço.

Na sexta-feira, a reportagem do Diário Gaúcho encontrou formulários e urnas na frente dos banheiros da Praça Dom Feliciano e do terminal de ônibus da Praça Parobé, no Centro. O objetivo é identificar os principais problemas para melhorar o serviço à população. A instalação de câmeras no lado externo não está descartada.

Vítimas do mau uso

Nos últimos anos, os dois banheiros foram alvos de várias depredações, mas passaram por ampla reforma. Agora, estão com mobiliário novo, pintados, limpos e até perfumados.

- Já entupiram o vaso com roupas, quebraram tampas, torneiras, pias e até trancaram os cadeados com cola Super Bonder - relembra o zelador do banheiro masculino na Praça Dom Feliciano, Jorge Macedo.

De acordo com o supervisor de operações do DMLU, Adelino Lopes Neto, a manutenção é permanente.

-- Tem muito mau uso. Às vezes, tu passa lá e está tudo bonitinho. Um mês depois, não dá nem para entrar - lamenta Adelino.


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