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Ele está bem

Beijo na aniversariante seria motivo da agressão contra Guilherme Leicam

Ator foi agredido pelo pai da moça, que flagrou o beijo, no final da festa, ocorrida há duas semanas, em Maringá, no Paraná

23/06/2014 - 12h20min

Atualizada em: 23/06/2014 - 12h20min


Por causa das agressões, Guilherme teve hematomas, mas já está recuperado

Ciúmes seria o motivo da agressão contra o Guilherme Leicam. O ator gaúcho, que viveu o personagem Laerte na segunda fase de Em Família, contou no final de semana que havia sido espancado pelo pai da aniversariante.

Ele havia sido contratado para fazer presença vip no aniversário de 18 anos da moça, em Maringá, no Paraná, há cerca de duas semanas. Assim como Guilherme, o ator Rodrigo Simas também foi contratado para o mesmo evento pela mãe da aniversariante.
Nesta segunda-feira, o jornal Extra divulgou o que motivou a agressão. Segundo dois convidados da festa ouvidos pelo jornal, no final da festa, o pai teria flagrado a jovem aos beijos com Guilherme, que namorada a modelo Bruna Altieri.

Ao ver a cena, o pai segurou o ator pelos cabelos para que um rapaz, que é apaixonado pela aniversariante, desse um soco na cara dele. 

- A briga foi feia e Guilherme foi embora assustado. O pai da menina pegou o carro e foi atrás dele, no hotel e no aeroporto - contou uma testemunha ao jornal.

O Diário Gaúcho procurou a assessoria de imprensa do ator, que informou que o ator não falará mais sobre o assunto e que as declarações dele são aquelas que constam na nota divulgada em seu facebook.

Na nota, Guilherme diz que tratou a aniversariante "com maior respeito" e classificou a a situação como "brutal agressão".

Leia a nota divulgada pelo ator:

"Quero me pronunciar oficialmente sobre um conjunto de notícias que andam circulando por diversos meios sobre um trabalho que realizei na cidade de Maringá, não tinha feito antes, mesmo tendo sido solicitado por veículos e jornalistas pelos quais tenho grande apreço, por respeito e consideração a família da aniversariante, que completava então 18 anos. Agradeço a mesma e sua mãe pelos telefonemas que recebi e pelos pedidos de desculpas pela conduta irracional e sem justificativa do pai da aniversariante. A mãe da mesma relatou inclusive ao escritório idôneo extremamente competente ao qual sou associado, que estava pedindo divórcio em função da gravidade do acontecido.
Tentei preservar ao máximo a dor dessa família, dessa aniversariante a qual tratei com maior respeito. Infelizmente, a minha condição de pessoa pública, que me traz imensa responsabilidade social me leva agora, a contar a verdade forçado por matérias que são verdadeiras peças de ficção científica. Não foi uma festa de Debutantes, como noticiado, que ocorreu a brutal agressão que sofri. Foi no entanto um remake do que já havia acontecido no aniversário de 15 anos desta menina.
Ou seja, seu pai, um dos meus agressores havia feito uma explosão violenta e agressiva, durante sua festa de debutante, trazendo um enorme transtorno aos presentes. Atitude que deixo aos psiquiatras as possíveis interpretações. Nunca houve qualquer quebra de contrato. Cumpri com a educação habitual todas as obrigações para com o meu contratante, ao final da festa fui jogado, para um canto, do nada e brutalmente espancado. Não sendo isso o suficiente, assim que retirado do local, bastante machucado, cheio de hematomas e chutes na cabeça, fui perseguido durante toda a noite, e esse pesadelo culminou com a presença do pai da aniversariante rodeado de outros homens que desconheço, em pleno saguão do aeroporto de Maringá, quando me preparava para voltar ao Rio de Janeiro.
Se estou me dirigindo a sociedade em geral, ao jornalistas e as minhas fãs, é porque tenho plena certeza da lisura de todos os meus procedimentos durante toda essa noite de horror. Tentei ao máximo manter essa triste história em sigilo, afinal além de mim, uma mãe e uma menina de 18 anos viveram momentos extremamente chocantes, num episódio que, repito, tinha diversos precedentes, segundo relato das duas. Finalizo, afirmando, de coração, sem hipocrisias, que já estou completamente sem mágoas, e dei esse acontecimento como encerrado. Não sou vingativo, também não tenho muito simpatia pela indústria de processos, se pudesse pedir alguma coisa como restituição a tantos danos, físicos e morais, seria que eu e essa família pudéssemos dormir em paz, e para isso peço a contribuição de todas as pessoas de bem".


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