Vida saudável no acampamento: tem doce com redução de açúcar na tenda do Marrocos - Notícias

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Comilança17/09/2015 | 07h01

Vida saudável no acampamento: tem doce com redução de açúcar na tenda do Marrocos

Receita do país africano leva acompanhamentos como maracujá, abacaxi e figo

Vida saudável no acampamento: tem doce com redução de açúcar na tenda do Marrocos Carlos Macedo/Agencia RBS
Vanessa e Mustafa atendem os visitantes que passam pela tenda Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

O Acampamento Farroupilha não é feito só de comida pesada e doces calóricos. A tenda da Caravana do Marrocos oferece delícias para os apaixonados por guloseimas que não pesam tanto assim na consciência: cocadas com redução de 50% de açúcar e até sem glúten.

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A matéria-prima básica leva acompanhamentos como maracujá, abacaxi e figo, receitas que usam mais o doce da fruta e menos o açúcar da cana, explica a vendedora Vanessa Boll, gaúcha Novo Hamburgo, que viaja por todo Brasil em feiras que comercializam o produto. A cocada marroquina é cozida por até 20 horas em tachos, como no seu país de origem. 

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Também com açúcar reduzido, há opções de cocada com doce de leite, chocolate – a mais vendida no acampamento – e damasco, além de goiabada cascão e abóbora com coco. 

— Tem redução do açúcar, mas não deixa de ser doce, vamos adaptando nosso paladar ao que é mais natural. Eu, por exemplo, troquei a bala de goma pela cocada de abóbora com coco — compara Vanessa.

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A mais elaborada é o Mix dos Deus, que leva uma mistura de castanhas, nozes e amêndoas e é zero açúcar. Todas as receitas são do país africano e desenvolvidas na fábrica da empresa que tem proprietários marroquinos, em Saquarema, litoral do Rio de Janeiro.

 
O Mix dos Deus
Foto: Carlos Macedo/Agência RBS


A tenda, localizada ao lado das churrasqueiras, chama atenção por ser decorada com as cores da bandeira do Marrocos – vermelho e verde. O formato das peças inteiras da cocada despertam a curiosidade dos visitantes. Há quem pergunte se é queijo, torta e desconfie quando os vendedores falam da cocada.

— Ela é feita de forma totalmente diferente da cocada brasileira. Tem duração de seis meses e não vai na geladeira. As pessoas se surpreendem positivamente com o sabor — conta Vanessa.

Há dois anos vivendo no Brasil, o marroquino Mustafa Jafar, 29 anos, também está auxiliando nas vendas ao mesmo tempo em que, pela primeira vez, tem contato com a cultura gaúcha. 

— É muito diferente de tudo que eu já vi — diz ele, que chegou esta semana em Porto Alegre.

A venda das cocadas é feita a granel (o quilo sai, em média, R$ 50) ou em embalagens menores. O item mais caro é o Mix dos Deuses, em que o kg sai por R$ 150.

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