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Falta de pagamento03/03/2017 | 20h59Atualizada em 03/03/2017 | 20h59

Sem telefone, atendimento nos centros de assistência social de Porto Alegre é prejudicado

No Creas Lomba do Pinheiro, funcionários usam os próprios celulares para os casos mais graves

Sem telefone, atendimento nos centros de assistência social de Porto Alegre é prejudicado Tadeu Vilani/Agencia RBS
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

Vinte dos 22 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) de Porto Alegre estão sem telefone fixo há cerca de um mês devido à falta de pagamento das linhas telefônicas. O mesmo ocorre com sete dos nove Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). 

Os únicos que ainda têm comunicação telefônica são aqueles que não dependem de linhas externas e utilizam números vinculados à Procempa.

É o segundo problema enfrentado pela assistência social da Capital em poucas semanas – recentemente, houve a paralisação de trabalhadores de serviços terceirizados que atuam nos Cras e Creas por falta de pagamento dos salários, colocados em dia nesta semana. 

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No Creas Lomba do Pinheiro, na Vila Bonsucesso, Zona Leste da Capital, a falta de telefone fixo vem obrigando os funcionários a utilizarem os próprios celulares para os casos mais graves. Por dia, o Creas tem deixado de fazer cerca de 30 atendimentos via telefone.

Serviços

Os Creas ofertam serviços especializados e continuados a crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e mulheres em situação de ameaça ou violação de direitos, tais como violência física, psicológica, sexual, tráfico de pessoas, cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, situação de risco pessoal e social associados ao uso de drogas etc. 

Já os Cras são a principal porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social e responsáveis pela organização e oferta de serviços da Proteção Social Básica nas áreas de vulnerabilidade e risco social.

Prioridades

De acordo com o presidente da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), Solimar Amaro, foi estabelecida uma ordem de prioridades nos pagamentos em atraso. 

Assim, os pagamentos das empresas terceirizadas prestadoras de serviços foram liberados antes do que os das contas telefônicas. A questão está sendo tratada pela diretoria financeira para ser resolvida o mais breve possível.


 
 
 
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