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Seu problema é nosso07/08/2017 | 17h27Atualizada em 07/08/2017 | 17h27

Criança precisa de doações para realizar cirurgia

João Vitor nasceu com uma deficiência que deixa seus pés tortos e dificulta sua mobilidade

Criança precisa de doações para realizar cirurgia Arquivo Pessoal / Leitor/DG/Leitor/DG
O menino precisa passar por uma cirurgia para realizar a correção da deficiência Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DG / Leitor/DG

O pequeno João Vitor Almeida da Cunha, dois anos, nasceu com uma deficiência que deixa seus pés tortos e dificulta sua mobilidade. O menino precisa passar por uma cirurgia para realizar a correção da deficiência, chamada de pés tortos congênitos bilaterais. 

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Mãe de João, a operadora de caixa desempregada Lisiane Fiel de Almeida, 31 anos, moradora do Bairro Parque Brasília, em Cachoeirinha, luta para que o filho consiga passar pelo procedimento tão logo seja possível. Quanto mais cedo o problema for corrigido, menos afetada será a mobilidade da criança no futuro. O tratamento de João é feito na rede pública de Gravataí, e o atendimento básico de pediatria ocorre no município onde a família mora. 

Demora 

A cirurgia pela qual João deve passar, para correção de pés tortos congênitos, é oferecida pelo Sus. Porém, o prazo para a sua realização é indeterminado. Uma solução encontrada pela família para tentar agilizar o processo foi recorrer à Defensoria Pública do Estado, que pediu três laudos particulares sobre o caso do menino. Assim, tendo toda a documentação em mãos, os advogados vão checar o andamento do prazo de realização da cirurgia e, se a demora for muito grande, poderão solicitar ao governo que pague a cirurgia em um hospital particular. 

Lisiane precisa consultar com três ortopedistas diferentes para obter os laudos. Como está sem emprego, e o marido, Aldomar Mateus da Cunha, 36 anos, tem feito apenas bicos na construção civil, está difícil para a família consultar com os especialistas — todos particulares. Familiares ajudaram a pagar uma das consultas, em Porto Alegre, que custou R$ 300, e eles estão com apenas um laudo em mãos. Os demais, não sabem como farão para conseguir. 

O menino já passou por duas cirurgias em Rio Grande, na Zona Sul do Estado, mas as operações não surtiram efeito. Depois de se mudar para a Região Metropolitana, a família renovou as esperanças para buscar ajuda em Porto Alegre. 

 Família segue à espera

A assessoria de imprensa da prefeitura de Gravataí explicou que João Vitor passou por uma consulta de ortopedia na Policlínica Municipal. Nesse atendimento, foi constatado que ele precisaria de uma consulta de avaliação em Porto Alegre, na área ortopédica. 

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Nessa consulta, será avaliada a possibilidade de agendamento da cirurgia. Esse pedido de atendimento por especialista foi inserido no sistema de gerenciamento de consultas da Secretaria Estadual da Saúde ( SES) no dia 21 de julho e segue na fila de espera por agendamento. 

A SES confirmou essa informação, mas disse que não há previsão de quando João Vitor deverá ser chamado para a consulta de avaliação. 

Saiba como ajudar

— Se você quiser auxiliar a família a realizar as consultas das quais João Vitor precisa, pode entrar em contato com a mãe dele, Lisiane, pelo telefone ( 51) 99206- 5259, ou com seu pai, Aldomar, pelo telefone ( 51) 98932- 0632.

*Produção: Alberi Neto 



 
 
 
 
 
 
 
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