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Seu problema é nosso19/02/2018 | 10h37Atualizada em 19/02/2018 | 10h37

Com problema raro de visão, menino precisa de ajuda para comprar óculos especiais vindos do Canadá

Portador de Coloboma de íris, retina e nervo óptico, o menino tem apenas 10% de visão e precisa superar a dificuldade de enxergar, especialmente para longe

Com problema raro de visão, menino precisa de ajuda para comprar óculos especiais vindos do Canadá Arquivo Pessoal / Leitor/DG/Leitor/DG
R$ 100 mil são necessários para mudar a vida do jovem e comprar o óculos especiais Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DG / Leitor/DG

Com apenas 13 anos, o jovem Felipe Hajime Hoshi prova diariamente que as limitações impostas por uma doença não o definem. Portador de Coloboma de íris, retina e nervo óptico, o menino tem apenas 10% de visão e precisa superar a dificuldade de enxergar, especialmente para longe. 

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Agora, um novo equipamento representa uma melhora na qualidade de vida de Felipe, que mora em Porto Alegre. A empresa canadense eSight criou um óculos especial com tecnologia de realidade aumentada para ajudar quem é considerado legalmente cego a enxergar. 

O equipamento é projetado para focar automaticamente, permitindo que Felipe enxergue um objeto à curta ou longa distância, além de oferecer a capacidade de ampliar manualmente a imagem. 

— Vai mudar a vida dele, especialmente na escola. Agora, sempre que precisa ler algo no quadro, ele precisa se levantar, aproximar bastante para poder ler. Para escrever, precisa colar o rostinho na folha — explica a mãe, Graziela Vargas Pereira, 40 anos, dona de casa. 

A doença de Felipe foi descoberta quando ele tinha apenas 45 dias de vida, e agora R$ 100 mil são necessários para mudar a vida do jovem. O óculos especial não está disponível no Brasil ainda, e a família precisa se deslocar para Toronto, no Canadá, para adquirir diretamente na empresa responsável. 

Para arrecadar a quantia necessária para a viagem e o equipamento, Graziela criou uma vaquinha online. Do total, R$ 19 mil já foram acumulados através de doações no site: 

— Tentamos conseguir pelo SUS, mas, como não é algo que já foi registrado para compra aqui no Brasil, não tivemos um retorno. É uma quantia alta, mas para um produto que vai acompanhar o Felipe durante o seu crescimento. 

Superação 

O Coloboma é uma má formação que ocorre na íris e que geralmente é congênita, ou seja, ocorre desde o nascimento. No caso de Felipe, a doença também afetou a retina e nervo óptico, já que um quarto do globo ocular não se formou. Mesmo assim, o menino sempre aceitou a sua limitação. 

— Ele é muito seguro de si, muito alto astral. Ele entende que a doença é algo com que ele tem que conviver, então, sempre está se dedicando e tentando atingir diferentes metas — conta Graziela. 

Saiba como ajudar 

— Doações podem ser feitas pela vaquinha online.

— Também é possível doar via depósito bancário em nome de Felipe Hajime Hoshi no Banco do Brasil, agência 3876- 8, conta 26.349-4.

*Produção: Letícia Gomes

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