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Educação10/05/2019 | 17h26Atualizada em 10/05/2019 | 17h26

Governo explica como está suprindo afastamento de professores na rede estadual

Conforme a Seduc, para compensar a defasagem, estão sendo feitos contratos temporários e convocações, além de ampliação de carga horária

Em reportagem publicada na edição desta sexta-feira (10) do Diário Gaúcho, um levantamento com dados sobre o número de professores que se afastaram das salas de aula em 2019 foi apresentado. Conforme as informações fornecidas pela secretária-adjunta, Ivana Flores, 941 professores pediram aposentadoria, 1.070 pediram exoneração, 4.392 entraram em licença-saúde, 528 entraram em licença para acompanhar parentes doentes e 200 ingressaram com licença-interesse. Esses números resultam em 7.131 professores que estão fora da sala de aula, alguns de forma definitiva, outros temporariamente.

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Segundo a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), os pedidos de aposentadoria cresceram 30% em relação ao ano passado. Para suprir essa defasagem, a secretaria explica que desde janeiro deste já realizou a contratação de mais de 3 mil novos profissionais, entre contratos temporários e convocações, e ampliou a carga horária de 4.451. Para o órgão, não faltam 7 mil professores nas salas de aulas, existem, neste momento, 7 mil profissionais afastados, compensados com as contratações temporárias e ampliações de carga horária. Não foi divulgado um número atualizado da falta de professores. 

O Estado reforçou que a rede pública conta com mais de 60 mil professores, sendo 42.672 efetivos e 18.472 temporários. "Todas as ações e esforços são permanentes e contínuos, e vão ao encontro de um propósito maior da Secretaria de Educação, que é a busca pela qualidade na educação, e a preparação dos nossos estudantes para o futuro", garantiu a Secretaria em nota.

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