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Fugindo do estresse 11/06/2019 | 15h35Atualizada em 11/06/2019 | 15h35

 Confira cinco dicas para casais evitarem conflitos quando o assunto é dinheiro

Especialistas orientam como organizar as finanças em um relacionamento

 Confira cinco dicas para casais evitarem conflitos quando o assunto é dinheiro Shutterstock/Divulgação
Administração das finanças é motivo comum de brigas Foto: Shutterstock / Divulgação

Muitas vezes, os casais divergem quando o assunto é dinheiro. Enquanto um gasta sem pensar muito, o outro controla o bolso e pensa nos planos para o futuro. O problema é que essa divergência pode acabar virando motivo de discussões. Os conflitos podem até atingir os planos para o Dia dos Namorados: um pode querer sair par comemorar e o outro, preferir economizar e fazer um jantar em casa, por exemplo. 

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Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgada em junho, que ouviu 810 mulheres de todas as classes sociais nas capitais e no interior do país, apontou que, entre as casadas, a administração do dinheiro aparece como o principal motivo de brigas dentro de casa (37,5% das respostas). 

Em segundo lugar, ficou a falta de dinheiro, citada por 31,5% das entrevistadas. As duas causas ficam à frente de outros assuntos que geram conflitos, como divisão de tarefas domésticas (25,7%), ciúme (19,6%) e a forma de educar os filhos (17,15%). 

Mas o que fazer para evitar que as questões financeiras se tornam motivos para conflitos no relacionamento? 

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Confira dicas de especialistas para organizar as finanças do casal

1- Para aqueles que têm objetivos divergentes, o ideal é que cada um tenha a sua conta, mantendo suas finanças separadas. 

2- O casal pode estipular a quantia que cada um vai contribuir nas despesas compartilhadas, como aluguel, conta de luz e supermercado, por exemplo. Lembre-se: é importante que o casal converse sobre as finanças.

3- É fundamental levar em conta a renda de cada um na hora do pagamento das contas. Se o casal não considerar essa proporção, acaba dividindo igualmente as despesas e quem ganha menos pode sair prejudicado. Por exemplo, se uma pessoa recebe R$ 2 mil e o outra R$ 4 mil, sai 1/3 da primeira conta (quem recebe R$ 2 mil) e 2/3 da segunda (quem recebe R$ 4 mil).

— Se uma pessoa ganha R$ 7 mil e a outra ganha R$ 2 mil, quando saem pra jantar, aquele que ganha R$ 2 mil talvez não tenha dinheiro para esse programa e, muitas vezes, essa pessoa acaba contraindo dividas para acompanhar o "padrão" do companheiro — exemplifica a consultora financeira Camila Bavaresco.

4- Para o casal que tem objetivos em comum, é válido ter uma conta conjunta em que cada um coloca sua renda e dali saem os valores para o pagamento das despesas. Neste caso, tudo o que entra pertence aos dois — se um ganha R$ 2 mil e outro ganha R$ 5 mil, por exemplo, considera-se que juntos eles ganham R$ 7 mil — e, a partir desse valor, serão estipulados os gastos. 

5- É essencial que os dois estipulem quanto cada um pode gastar — seja em reais ou em porcentagem — com o que quiser, ou seja, sem que o companheiro questione ou interfira. 

Fontes: Adriano Severo, educador financeiro e Camila Bavaresco, consultora financeira. 

 
 
 
 
 
 
 
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