Cris Silva: "Eu quero bolinho!" - Notícias

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Lá em Casa12/06/2020 | 08h00Atualizada em 12/06/2020 | 08h00

Cris Silva: "Eu quero bolinho!"

Colunista escreve sobre maternidade e família todas as sextas-feiras

Cris Silva: "Eu quero bolinho!" Agência RBS / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Agência RBS / Agência RBS / Agência RBS

Ouvi essa do Teteu, meu filho de dois anos. Na hora da janta, dei para ele comer arroz com caldinho de feijão e pedacinhos de carne. Ele olhou o prato e falou: “Eca!!”. Aí, perguntei: “Da onde isso? Como assim dizer ‘eca’ para comida? Tá uma delícia, filho!”. Ele me olhou e repetiu: “Eca, mamãe, eu quero bolinho!”. Lembrei do desenho que ele estava vendo na televisão, a tal Peppa Pig. No episódio, o George, irmão da porquinha, soltou um sonoro “eca” ao ver o prato de comida. Que raiva desse George! Já cortei Peppa da programação. Pelo menos por enquanto. 

Mas, voltando à janta, ele comeu tudo. Ainda sou mais convincente que o porquinho do desenho. Achei que seria legal contar essa história aqui e, ao mesmo tempo, trazer o tema “açúcar” para a coluna. Em 2019, o Ministério da Saúde lançou a nova edição do Guia Alimentar para Crianças Abaixo dos Dois Anos. Esse documento objetiva combater a obesidade infantil, e o açúcar teve atenção especial.

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Palavra do especialista

“A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é oferecer açúcar para a criança somente depois dos dois anos de idade e, mesmo assim, quanto mais limitar essa substância, melhor. Porque esse estímulo ao doce na infância pode provocar obesidade infantil, e mais: faz com que a pessoa se torne um adulto com mais tendência a comer carboidratos. Cardápios ricos em doces e ultraprocessados estão associados ao risco de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares na vida adulta e até mesmo na infância. Não é que tenha que retirar o açúcar completamente, mas deixar que as crianças menores de 2 anos comam os alimentos puros, sem acrescentar nada de açúcar nem mel.”
Cristiane Ferreira, nutricionista materno-infantil

 Cupcake colorido
Quem resiste a um docinho?Foto: Divulgação / Divulgação

Depois dos dois anos

/// A ideia é não proibir nem liberar geral, mas consumir com moderação. 

/// A recomendação atual é de 25g ao dia, ou seis colheres de chá. Parece muito, mas esse valor considera todo o açúcar adicionado em sucos e tantos outros alimentos que costumam estar no dia-a-dia das crianças.

/// Um achocolatado já bate esta meta. E uma lata de refrigerante chega a ter 35g. Para se ter ideia, nos Estados Unidos, estima-se que as crianças comam até 80g de açúcar por dia.

Fonte: bebe.com.br

Peróla

– Mãe, quantos anos você demorou para fazer 30 anos?
Ulisses, seis anos

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