Brasil negocia compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa contra coronavírus - Notícias

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Em busca da imunização20/10/2020 | 20h40Atualizada em 20/10/2020 | 20h40

Brasil negocia compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa contra coronavírus

Ministério da Saúde pretende iniciar a vacinação da população em janeiro do ano que vem

GZH
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O Ministério da Saúde assinou um protocolo de intenções para compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina chinesa contra a covid-19, cujos estudos são desenvolvidos no Brasil pela empresa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. O anúncio foi feito nesta terça-feira (20) pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em reunião com os 27 governadores.

Agora, somando as três vacinas que o governo federal pretende adquirir (AstraZeneca, Covax e Butantan-Sinovac), haveria 186 milhões de doses para vacinação da população ainda no primeiro semestre de 2021. Segundo Pazuello, as doses serão distribuídas a todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

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— Temos a expertise de todos os processos que envolvem esta logística, conquistada ao longo de 47 anos de PNI. As vacinas vão chegar aos brasileiros de todos os Estados. Nossa estratégia prioriza a transferência de tecnologia, o que nos permitirá produzir as vacinas no Brasil — garantiu. 

A Sinovac e a AstraZeneca estão em etapas avançadas de produção das imunizações, sendo testadas em milhares de voluntários. A previsão é de que a vacinação da população comece já em janeiro de 2021. Antes disso, deverão ser liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após terem a eficácia e a segurança analisadas. Primeiramente, profissionais de saúde e grupos de risco receberão as vacinas.

O Instituto Butantan divulgou na segunda-feira (19), durante coletiva de imprensa realizada pelo governo do Estado de São Paulo, que apenas 35% dos voluntários dos testes da vacina chinesa contra o coronavírus tiveram reações adversas após a aplicação, e foram efeitos leves, como dor no local da aplicação ou de cabeça. Não houve qualquer registro de efeito colateral grave durante a testagem. 

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A pesquisa engloba, ao todo, 13 mil voluntários, incluindo profissionais da saúde selecionados pelo Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS). O Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE UFPel), por meio do seu Centro de Pesquisas Clínicas, também foi incluído como centro de testagem do estudo clínico randomizado da vacina. A UFPel reforçou, nesta terça-feira, o chamado para que voluntários da área da saúde da região se apresentem para os testes.

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